quarta-feira, março 09, 2011

A falácia à moda Portuguesa

http://www.publico.pt/Pol%C3%ADtica/discurso-da-tomada-de-posse-na-integra_1483966?all=1

As palavras:
derivadas de portugal - 56 vezes;
economia e derivadas estão mencionadas - 35 vezes;
derivadas de geração - 11;
empresas - 13;
finança - 12;
social - 13;
jovens - 16;
família - 8;
cidadãos - 7;
problemas - 6;
empresarial - 5 ;
derivadas de mercado - 5 vezes;
Banco de Portugal - 4 vezes;
inovação - 4;
sacrificio - 3 vezes;
realidade - 2;
vencer - 2;
investir - 1;
qualidades - 1;
mudança - 1;
motivação - 1;
crianças - 1;
idosos - 1...


Resumindo: é um discurso de um economista, virado essencialmente e estrategicamente para as «gerações mais novas» para «A coesão entre as gerações»  e para as «novas gerações»

«... um compromisso de futuro que traga de novo a esperança às gerações mais novas...»

Pois é bebé,  esperança só para as gerações mais novas, porque as mais velhas estão fora do teu baralho, da tua jogada, da tua cartada...

E para as tais gerações mais novas (logo sem experiência laboral, nem conhecimento das matreirices empresariais) refere:

«... É importante reconhecer as empresas e o valor por elas criado, em vez de as perseguir com uma retórica ameaçadora...»

Nesta última parte deve estar a falar do pessoal que já tem calo na matéria e experiência e formação laboral de sobra, só que se esquece que as gerações mais novas, os tais jovens até aos 25 ou 30 anos pertencem a famílias, e essa famílias têm vindo a passar mal com o desemprego involuntário; os subsídios de desemprego e os salários  de miséria, e o sr. P.R. esquece-se que os jovens não são cegos, nem surdos (com o devido respeito pelos que o são de facto, e mesmo esses sabem como elas mordem!), nem têm uma pedra no lugar do coração, e sentem também os resultados e o impacto que as sucessivas más politicas laborais implementadas no nosso País tem causado na pedra basilar, a família onde esses tais jovens estão incluídos (a quem lhes foi retirada majoração de prestação familiar e reduzidos ou mesmo retirados os tais abonos de família... agora até os escalões estão a ser alterados)

«... Mostrem às outras gerações que não se acomodam nem se resignam...»

Sr. Aníbal Cavaco não gostei do discurso, nem o reconheço como P.R., você ganhou com 23% dos votos do número total de eleitores deste País.

E não pense em enganar os tais jovens porque estes já não são parvos como os da minha geração, por isso respeite-os e respeite as famílias Portuguesas.

Quanto aos idosos a quem se refere uma única vez refere:
«... No momento que atravessamos, em que à crise económica e social se associa uma profunda crise de valores, há que salientar o papel absolutamente nuclear da família... deve existir uma política activa de família que... combata a discriminação dos idosos...»
Então vejamos a transcrição do que o Médico - Autarca, Francisco Amaral diz acerca do tratamento especial para idosos:
«Idosos com dignidade?

Francisco Amaral *
Foi uma vida inteira de trabalho e de sacrifício. Quase sempre de sol a sol. Os filhos emigraram para o estrangeiro ou para o litoral. E agora? Que condições de vida? Isolados nos montes não menos isolados da Serra Algarvia e do Baixo Alentejo. Quantas vezes as refeições foram sopas de pão, ou pão com chouriço e azeitonas? O que vale é que o “caseiro” anestesiava. A seguir vieram as dores reumáticas (mais que muitas!), os almareios frequentes provocados pela aterosclerose ou hipertensão. Neuroses (ansiosa e depressiva), fibromialgia e outras, nem pensar. Não havia tempo para essas minudências modernas.

Entretanto, a visão vai diminuindo. As cataratas avançam imparáveis. A audição vai-se perdendo. Tanta surdez severa. A quem recorrer? Como? Quem paga? Quantas vezes se pensa: não há nada a fazer. É o destino. O destino é ficar assim…

Todos os filhos deviam ajudar. Uns podem, outros não. Uns podem e ajudam, outros não. Alguns, mais atrevidos, ainda vêm de vez em quando à serra buscar parte da reforma do idoso e alguns produtos. Outros, levam os familiares idosos para um apartamento para Faro ou para Lisboa, onde, quiçá, estarão mais isolados do que no seu monte isolado. “Será melhor ficar”, dirão os idosos. Os filhos, a maior parte quer ajudar, mas não consegue. Depois vêm os internamentos naturais no Hospital (Faro, Beja, Portimão). Surgiu a pneumonia, ou o AVC, ou o infarto, ou a neoplasia…

Muitas vezes internados numa maca ou numa cama de um corredor, ou à “molhada”, como às vezes acontece. Mais grave do que esta situação em si, é toda a gente já achar normal. As pessoas já não se indignam. Já se resignaram. Lembro-me, então, do que se passa hoje no Egipto, na Tunísia, na Líbia…

Normal estar internado uma semana num corredor de um Hospital? Numa Europa dita civilizada em pleno século XXI? Será?

Depois, se sobreviverem, têm alta para uma Unidade de Cuidados Continuados. Haverá vaga? Geralmente não! E agora filhos? Que fazer?: “- Vou deixar o emprego? -Vou meter baixa?”. Ouvimos do Hospital: “- O seu familiar tem de sair, tem de sair, desenrasque-se…”

Isto é o dia-a-dia! Só quando nos bate à porta é que nos apercebemos desta maldade. Melhor dizendo, deste drama. Até lá, é um problema dos outros. Cruzamo-nos neste fadário com a indiferença, com o egoísmo e o salve-se quem puder…

Os familiares dirão que estão a fazer o que podem!...

Os nossos responsáveis políticos dirão que estão a fazer tudo para resolver a situação!...

Será mesmo?!...

* Médico - Autarca
Francisco Amaral *
14:25 quinta-feira, 10 março 2011»


segunda-feira, fevereiro 28, 2011

Tráfico de bébés e crianças em Portugal... ?

Tráfico de Crianças - Não ignores! / child trafficking



«17/07/2010

Desde 2008 foram sinalizados 300 casos de tráfico humano em Portugal... Desde Janeiro foram sinalizados 44 casos de tráfico humano em Portugal...Anualmente são vendidas 120 mil crianças para a Europa Ocidental... Qual o mundo que deixaremos para trás para as próximas gerações, quando partirmos?...

Um video feito para um trabalho de final de curso!
É URGENTE não Virarmos as costas a estas crianças! O tráfico NÃO escolhe idade, países, cor ou estratos sociais! o Tráfico está aqui, ali, está em todo o lado e em expansão! Está nas nossas mãos pararmos este flagelo!»


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TROPA DE ELITE II - CAPITULO 12 -CRIANÇAS DO TRAFICO E A LEI



«04/11/2007... a minha mãe vendeu os filhos dela...TROPA DE ELITE II - CAPITULO 12 - AS CRIANÇAS DO TRAFICO E A LEI,CRIANÇAS LARGADAS PARA O USO DO TRAFICANTE,OMISSAO DE SEUS PAIS OU DA SOCIEDADE?»


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trafico infantil


vean lo que hacen con los bebes que se roban o venden»


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sábado, fevereiro 26, 2011

É altura da mudança para melhor...

As caras por trás do "Protesto da Geração à Rasca" (clique aqui)



Protesto da Geração À Rasca, (Evento no facebook, clique aqui)



Muito bem assim é que é, força juventude!
Não deixem que façam convosco o que sempre fizeram com tantos cidadãos que também já foram jovens e já passaram da validade para as empresas, isto é, que têm acima dos 35 anos (no meu caso tenho 47 anos e sou desempregada involuntária).

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«Assistente Passageiros - Aeroporto de Faro (Part-Time: Urgente!!!!)

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A SLOT Recruta para empresa sua cliente no Aeroporto de Faro:

Assistente a Passageiros:

Nº de Vagas: 15 pessoas

Perfil:

- Minimo 9º ano
- Excelente apresentação
- Gosto pelo contacto com pessoas
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- Conhecimentos de Inglês ao nivel da conversação (obrigatório)
- Carta de Condução e viatura própria(só para desclocações casa trabalho e vice-versa)
- Alto sentido de Responsabilidade
- Disponibilidade Imediata

Oferece-se:

- Contrato de Trabalho
- Part - Time em turnos rotativos (20 horas semanais)
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Deve frenquentar curso de formação de cerca de 1 mês e meio que será pago pela SLOT ao candidato


Envie o seu CV para claudia.ferreira@slot.pt ou contacte-nos através do 289 806 346 ou 96 202 47 43 para marcar entrevista»




Adorava que ninguém se candidata-se, as empresas não merecem!

Antes para assistir os passageiros (a categoria profissional da TAP era oficial de tráfego de acolhimento depois, na groundforce passou a ser Técnico de Tráfego de Assistência em Escala) era preciso o 11.º ou 12.º anos de escolaridade, agora com o 9.º ano já é possível ... pois é! que giro! Estas empresas têm um respeito pelos trabalhadores que até dá vómitos...

Quem anda à procura de emprego na Net já se apercebeu que há ofertas de trabalho (através dessas mesmas empresas de trabalho temporário) para médicos.




As empresas de trabalho temporário são os maiores empregadores do País, a precariedade foi-se alastrando como um vírus através dos tempos, começou pelas categorias profissionais mais baixas e agora já chegou às classes profissionais mais importantes para a  Sociedade.

Volto a dizer: - ADORAVA QUE NINGUÉM CONCORRE-SE POIS, QUERIA VER COMO PODERIAM FUNCIONAR SEM OS SERES HUMANOS TRABALHADORES.

E ainda falam de boca cheia de flexibilidade? Devem estar a gozar com os cidadãos em idade activa para trabalhar.

Do que estão há espera? - De mais do mesmo?

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Jovens deixem de ser parvos (como eu fui, e o pessoal da minha geração que agora estão com 47 anos e que sempre foram trabalhadores precários. Eu, por exemplo: o meu primeiro contrato de trabalho foi através de uma empresa de trabalho temporário, isto há 26 anos...; na minha juventude cheguei a fazer ocupação dos tempos livres no período do Verão e em que me era pago uns "trocadozitos"; quem diria que em adulta e com 2 filhos a cargo e outro a caminho , viria a fazer actividade ocupacional enquanto desempregada involuntária subsidiada; quem diria que em adulta (já com 3 filhos) viria a trabalhar num advogado 6 horas por dia, 5 dias por semana, durante um 1 ano e tal, com um salário abaixo do salário mínimo nacional, e como complemento ao salário lá tive de recorrer (envergonhada) ao rendimento mínimo garantido, e garanto por minha honra que esse tal sr. Dr. advogado tinha por hábito há longa data contratar estagiárias (no meu caso teve de fazer posteriormente uma adenda ao contrato porque eu mostrei-lhe a Lei para o informar que devido à minha idade o contrato era ilegal...), por acaso alguém me sabe explicar se abaixo do mínimo há mais mínimo ou vida?...:


1.º - Responsabilizem quem administrou e programou cursos universitários ou profissionais que não têm saída profissional, e ainda por cima continuam a ter o descaramento de repetir a graça (que de engraçado nada tem pois, as vidas das pessoas não é para jogar para a retrete ou para o lixo);


2.º - Exijam que as Escolas (universidades e Secundárias) passem a ter mais responsabilidade perante os cidadãos em idade activa para trabalhar, isto é, que após o terminus dos cursos tenham a responsabilidade de marcar reuniões no mínimo anualmente com os ex-alunos (que, prepararam intensivamente enquanto estudantes ou em formação profissional) no sentido de os acompanhar na entrada da vida laboral (para averiguarem que tipo de contrato têm e que actividade exercem, e se a categoria profissional que lhes é dada tem alguma coisa a ver com as funções que desempenham, o salário que auferem, enfim, se estão realmente a exercer a profissão para que se prepararam e em que condições... , para além disso, também que as escolas tenham a obrigação de dar conselhos e ajudar e apoiar os alunos e ex-alunos na continuidade de estudos, isto é, das especializações, etc. mas, sempre tendo por base que a falta de dinheiro não pode de maneira nenhuma ser uma desculpa para não haver continuidade e desenvolvimento das capacidades e apetências dos indivíduos, porque como costumo dizer: quem faz o que gosta é bom naquilo que faz! E Portugal precisa muito disso, Portugal precisa de mais exemplos como o do José Mourinho mas, noutras áreas, e menos de gente que não come nem deixa comer e que tem dores de cotovelo de morrer dos que são bem sucedidos e conseguem passar na vida deixando a sua marca distinta, a marca de gente competente, com carácter, personalidade, que beneficia e é causa de orgulho para um País);


Penso que parte das soluções passam pelo que acabei de dizer:

- já que o IEFP não tem uma base de dados que dê créditos, tipo notas de avaliação, pela experiência profissional, estágios, cursos, etc. dos cidadãos, aliás, o IEFP não se adaptou aos tempos actuais, trabalham com aplicações informáticas que fazem uma gestão de dados dos processos individuais dos cidadãos desfasada da realidade e totalmente danosa para cada individuo, para além disso, alimentam-se com princípios de má fé (já que chantagiam constantemente os desempregados involuntários  inscritos e à procura de emprego) e nem a porcaria de um gráfico dos salários auferidos anualmente, das categorias profissionais, das formações de cada individuo são capazes de fazer (tipo como acontece com os gráficos de consumo constantes nas facturas da edp, só que neste caso seria com a vida profissional de cada cidadão) ... depois, compactuam com o patronato colocando ofertas de trabalho indecorosas (salários mínimos) para categorias profissionais que já nem deviam de existir, nem tão pouco se dão ao trabalho de contribuir para a exigência da atribuição de novas categorias profissionais (que sejam reconhecidas em diploma legislativo e aplicáveis à prática) de acordo com as funções e tarefas exercidas actualmente pelos trabalhadores;


- já que A.C.T. - Autoridade para as condições de trabalho existe mas, não controla nada (possivelmente nem mesmo os imigrantes europeus, a com estes devem ter só a preocupação do visto de residência e do contrato de trabalho que muitas vezes nem contrato é! Se não controlam o que se passa com os Portugueses em termos de direitos laborais imagino a pouca vergonha que deve ser com os que cá não nasceram), nem os sindicatos vão nesse sentido, o de controlar a situação de cada trabalhador ao milímetro, aliás, os sindicatos estremecem quando algum cidadão aparece com soluções e ideias para os problemas, os sindicatos têm medo da mudança que vá ao encontro dos direitos dos cidadãos, visto que, a mudança que eles querem é aquela que beneficie os seus dirigentes e afins, pelo andar da carruagem qualquer dia quando já só houver emprego precário os sindicatos farão acordos só com os patrões, porque na realidade os direitos dos trabalhadores afinal não interessam interesses...). Gostaria de saber durante quanto tempo acham estas entidades que cada cidadão per-si tem se ser sujeito a salário mínimo e durante quanto tempo [anos] de suas vidas (uma geração inteira?, duas? três? ou para sempre???) durante quanto tempo mais às gerações será vedado o direito a carreira profissional ou a salário adequado às funções?... durante quanto tempo mais as empresas (geralmente sempre as mesmas, visto que, se tornou prática comum de muitas empresas a recepção de estagiários, não provenientes de qualquer tipo de formação profissional, a grande moda dos contratos por tempo indeterminado para estagiários em que às empresas é dado isenção de pagamento de contribuições à segurança social durante 5 anos por cada estagiário, uma papa! Vai daí aproveitam-se e vivem muito tempo dos estagiários jovens, o patronato adoptou a Lei do Next elevada aos estagiários, Clap, Clap, Clap (acabei de bater palmas, muito bem srs. empresários e muito bem a quem nos governa os destinos como se fossemos atrasados mentais, com o devido respeito por quem tem efectivamente problemas do foro psíquico, porque até estes últimos têm o direito de serem respeitados e de viver em paz numa sociedade desenvolvida em termos morais e materiais, e pelo que tenho observado nem daqui a 500 séculos isso acontecerá)...


3.º - Exijam que o mercado de trabalho funcione como funciona a gestão e administração e negociação da movimentação e mobilidade dos jogadores de futebol dos vários clubes, isto é, os trabalhadores contratados por qualquer empresa nunca deveriam de cair no desemprego (poderão sim ficar ausentes momentaneamente por motivo de doença ou maternidade e paternidade, etc.), e as empresas deviam de fazer acordos com outras empresas (à semelhança da venda de jogadores a outros clubes, ganham todos com isso, inclusive o jogador, o que não costuma acontecer no vulgo e comum mercado de trabalho e nos diversos departamentos que gerem  recursos humanos) e com os trabalhadores (obviamente) de maneira a haver rotatividade (mas, paguem os subsídios de deslocação e de alojamento às pessoas), interacção, especialização (dentro do período do horário de trabalho, e não se desculpem que precisam que as pessoas estejam no posto de trabalho aquando das formações, nem as obriguem, sob chantagem de pena de não renovação do contrato, a assinar papeis comprovativos como estiveram presentes nas formações quando não é verdade, para isso existem as empresas de trabalho temporário, isto é, para fazer face às faltas que os trabalhadores dão nas empresas quer seja porque estão em formação, de baixa, etc. ), continuidade de competências profissionais mas, por forma a, que esses profissionais não sejam despersonalizados, marginalizados ou isentos ou vedado o usufruto de uma carreira profissional continua, digna, bem paga...


4.º - Exijam que o n.º de deputados na A.R. passe para 180, em que 100 sejam deputados e 80 sejam profissionais de alta categoria (mestres) como também os melhores (refiro-me aos génios e não a meninos do papá que compraram os trabalhos que apresentaram na Universidade para terem boa nota, até para este tipo de trabalhinhos de escola há empresas) das mais variadas áreas do conhecimento, só assim conseguiremos chegar a algum lado;


5.º - Exijam que a Lei eleitoral seja alterada e que as palavras "Nenhum candidato" e "Abstenho-me" passem a constar dos boletins de voto, (clique aqui para aceder ao grupo aberto no facebook) , ver também a nota que escrevi intitulada:  "É URGENTE QUE A LEI ELEITORAL SEJA ALTERADA.".





6.º - Exijam que o consumismo de produtos rascas (sem qualidade absolutamente nenhuma) acabe de vez, como? Pois bem, exijam que sejam produzidos produtos de qualidade que, quando se estragam ou avariam possam ser reparados (aqui entram as novas profissões, os profissionais técnicos especializados com competências para repararem, actualizarem produtos)...


7.º - E que tal uma única reforma por cidadão? A Segurança Social devia de impor um plafond (tecto limite) de pagamento de 3000€ (três mil euros) por mês, nem mais um cêntimo (ponto final). E o valor mínimo de reforma de velhice devia de corresponder ao salário mínimo nacional.
É inadmissível que um(a) cidadã(o) que levou toda a vida a trabalhar (desde criança, recebendo salários sempre mínimos, e em profissões de limpeza, cozinheira, empregada de supermercado, etc.) e que passou pelo desemprego involuntário (uns anos antes do último emprego) e tendo  feito inclusive actividade ocupacional, enquanto desempregada subsidiada, que entre este ano para a reforma de velhice e que vá receber uma reforma de 300€ (trezentos euros), isto é nojento e é vergonhoso! nem direito ao equivalente ao salário mínimo nacional tem? levou uma vida inteira dando ao cabedal, recebeu sempre uma miséria, logo nunca na vida recebeu pelos serviços (em campo)  prestados aos patrões (o que os patrões lhe pagaram foi o tempo de sua vida que esta lhes dispensou, nem isso!) e agora depois de tudo nem o mínimo dos mínimos???

8.º - O Mundo tem de exigir um Supremo Tribunal dos Direitos Humanos que, também  forme cidadãos para os representarem nas A.R.; Parlamentos; etc., por forma a, que todo e qualquer diploma legislativo; todo e qualquer contrato; só seja aprovado caso tenha também a assinatura de um destes representantes...

9.º - Temos de exigir investigação a sério no que se refere ao desaparecimento de crianças e jovens em Portugal, tráfego de seres humanos. Qualquer cidadão que ande na Internet consegue ler relatos e relatos de desaparecimentos, de denúncias, sinais aos aos montes mas, os responsáveis não descobrem nada, porque será? - Será porque há muitos cidadãos que referem que há gente conhecida (figuras públicas e gente poderosa) envolvida nessa nojice. Nós cidadãos não podemos permitir que esta situação continue.



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E finalmente para cumulo ainda temos de levar com gente prepotente que acha que o Mundo lhes pertence e que as gerações (vitimadas por politicas anti-sociais e anti-humanas) são algo a "abater" e a "castrar" nos seus direitos mais básicos (retratados na Constituição da República) como por exemplo:




A sra. Isabel Stilwell (como tantos outros que por aí andam à solta que até na televisão se dão ao luxo de maltratarem amachucarem a dignidade e os direitos de qualquer cidadão comum) que se cuide e que vá ao psiquiatra, visto que, está com diarreia cerebral ou então tanto copinho de leite fez-lhe mal à visão. É bom que se deixe de falar no Ultramar (isso são coisas do passado! aliás, será que ela sabe como aconteceu a descolonização no terreno, nas ex-colónias, por acaso ela sabe que os Portugueses a quem lhes chamaram aqui em Portugal retornados vieram com uma mão à  frente e outra atrás? e que muitos que na época eram crianças  viram coisas que lhes marcou a infância e pela vida fora? Por acaso ela tem noção de que as tropas portuguesas se vieram embora sem proteger os que lá estavam e que vinham para Portugal, os tais retornados?) e que olhe à sua volta (ao Presente) e aprenda a observar porque, para além dos jovens também os adultos andam indignados pelo tratamento de choque (por parte dos: que têm vindo a conduzir, desde há décadas, os destinos dos mortos-vivos deste País; e de grande parte dos empresários de meia tigela e mal formados que temos)... Acho que esta Sra. (e a minoria que não quer a mudança para que o País avance)  não se vai sentir muito well nos próximos tempos...

terça-feira, fevereiro 15, 2011

O que tem o ministro das finanças a ver com Jerónimo Martins ?

O Ministro das finanças (Organização) com endereço de IP: 194.65.31.9 tem como servidor jeronimo-martins.pt ??? Isto é normal?


Eu acho isto estranho porque por exemplo:
O Servidor: min-saude.pt - Que tem vários IP's
A Organização: Igif, Ministerio da Saude;
ACSS - Administração Central Do Sistema de Saúde.

Agora o jeronimo martins pt o que tem a ver com o ministério das finanças?

Eu não entendo nada disto mas, parece-me que aqui há algo estranho.

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Translation:

What does the portuguese finance minister have with Jerónimo Martins?

The Minister of Finance (Organisation) with IP address: 194.65.31.9 has the server jeronimo-martins.pt ? Is this normal?

I think this is strange because for example:
The Server of: min-saude.pt - which has several IP's
The Organization are for example: IGIF, Ministry of Health;
ACSS - Central Board Of Health System...

Now about jeronimo-martins.pt, what do exactly have this Server to do with the finance ministry?

I know nothing about this but it seems to me that there is something strange here

sexta-feira, fevereiro 11, 2011

O ministro da administração interna é que tem culpa da abstenção?

Estão a dar nas orelhas do ministro da administração interna por causa da abstenção, na A.R. têm de mudar de óculos ou lentes... Quem venceu nestas últimas eleições com maioria absoluta foram os abstencionistas e tenho a certeza que não foi por causa do ministro Rui Pereira, aliás, já alguns anos atrás lembro-me de ouvir que o cartão de eleitor ía acabar (é mesmo por isso que quando alguém vai fazer o cartão do cidadão, o cartão de eleitor é logo eliminado) portanto só andam a arranjar desculpas.

Se os nossos políticos não vão ao encontro dos interesses da população não devem estar à espera que os cidadãos vão ao seu encontro, os poderosos ignoram o povo então não estejam à espera de milagres.

Agora meterem a culpa no ministro Rui Pereira é ignominioso.

Na minha junta de freguesia havia um panfleto com o seguinte título "Esclarecimentos sobre o acto eleitoral"... se existem abstencionistas não é por culpa do ministro




Às finanças e à segurança social Portuguesa

Bravo!


«... As Finanças notificaram, penhoraram e venderam o 4º andar direito do nº 16 da praceta das Amoreiras, na Rinchoa, por uma dívida de 1450 euros, sem nunca terem entrado no imóvel nem contactado com a proprietária...

As Finanças venderam a casa. Não há troca de informações com a Segurança Social?
Não. Recebemos os óbitos quando estes são declarados. O que não foi o caso. O que é estranho é alguém vender ou comprar uma casa sem ir lá dentro...»


fontes do Fisco:
«... "todos os procedimentos legais foram cumpridos": "Não precisamos de ir ver os imóveis objecto de penhora para realizar os leilões...»

Ui, ui... que sensibilidade social!


Moral da História:

- Os idosos em Portugal são ignorados logo isentos de direitos e apoio


Por uma divida ao fisco de 1450€ (mil quatrocentos e cinquenta euros), referente ao imposto municipal sobre bens imóveis, o fisco aproveita para vender uma casa em leilão sem ter entrado lá dentro uma única vez ou falado com a cidadã idosa, limitaram-se a afixar um edital à porta da senhora.


Questiono-me:

- Se em termos contabilísticos os bens imóveis (terras, casas) valorizam (o contrário dos bens móveis = carros), qual é o valor contabilístico do apartamento?

- Porque razão pagam os cidadãos IMI pela própria habitação, quando a nossa casa não nos dá lucros, nem serve para fazer negócios de nenhuma ordem, a nossa habitação serve-nos de tecto, porque razão pagamos para ter um tecto? Não será suficiente o que pagamos ao estado aquando da compra da casa, ou das reparações que lá façamos?


Na Idade Média as pessoas pagavam uma taxa ou imposto para se servirem do moinho ou dos fornos públicos para fazer pão mas, estou a falar de algo que as pessoas da comunidade usavam, isto é, era de utilização pública.

Será a casa onde as pessoas habitam de utilização pública?

Se a idosa fosse viva, tivesse uma reforma miserável que nem para a comida desse e cada vez que fosse ao talho pedisse um osso pequenino para fazer uma sopa (eu já assisti a uma cena dessas) , como faria para pagar o IMI? A casa seria leiloada e vendida e a velhota era colocada na rua?

E a interacção entre o sistema informático da Segurança social e das Finanças serve só para cobrar? É esse o papel?

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Informação adicional:

DL n.º 287/2003, de 12 de Novembro
CÓDIGO DO IMPOSTO MUNICIPAL SOBRE TRANSMISSÕES ONEROSAS DE IMÓVEIS(versão actualizada)

- 18ª versão - a mais recente (Lei n.º 55-A/2010, de 31 de Dezembro)


«... Artigo 45.º
Prédios de reduzido valor patrimonial de sujeitos passivos de baixos rendimentos
1 - Ficam isentos de imposto municipal sobre imóveis os prédios rústicos e urbanos pertencentes a sujeitos passivos cujo rendimento bruto total do agregado familiar englobado para efeitos de IRS não seja superior ao dobro do valor anual do salário mínimo nacional mais elevado e cujo valor patrimonial tributário global não exceda 10 vezes o valor anual do salário mínimo nacional mais elevado...»

terça-feira, fevereiro 08, 2011

A saúde oftalmológica em Portugal num Hospital E.P.E.

Há um Hospital público no Algarve cujas consultas externas de oftalmologia deixam muito a desejar.

Ao que parece o Hospital tem preferência por médicos estrangeiros, deduzo que seja porque estes recursos humanos saem mais baratos ao Estado, será o salário base destes especialistas inferior ao que pagavam aos especialistas Portugueses que de lá saíram?

Conheço dois casos de utentes que foram às ditas consultas e foi-lhes diagnosticado cataratas pelo(s) especialista(s) estrangeiro(s), logo a doença ficou registada no processo individual de cada paciente, certo?

Até aqui parece tudo normal, certo? mas, não é!

Há um pormenor importante a referir.

Os pacientes foram pedir um segundo parecer médico fora do Hospital E.P.E., isto é, recorreram a consulta no privado (com médico Português).

Nos diagnósticos finais dos segundos pareceres médicos, a ambos os pacientes, o termo cataratas estava fora de questão, isto é, ambos os pacientes só necessitavam de óculos (lentes).

Esta situação é simplesmente lamentável e inadmissível!

Pergunto-me:

- Quantos casos mais de diagnóstico "errado" haverá?;

- A quantos mais pacientes, com graves carências económicas logo, impossibilitados de recorrer ao privado para um segundo parecer médico, foi diagnosticado cataratas (ou outro qualquer problema visual) que efectivamente não têm?;

- Quantos processos individuais de pacientes existem com diagnóstico errado; com cirurgias (por exemplo às cataratas) ou tratamentos que nunca foram efectivamente efectuados?;

- Em termos de vencimento base estes recursos humanos estrangeiros saem mais baratos ao hospital mas, se registam nos processos dos doentes diagnósticos ou tratamentos efectivamente não realizados ou não necessários, receberão quanto por essas más práticas?;

- Será que o hospital paga aos pacientes (cujo diagnóstico está errado) as deslocações de casa para as consultas e vice-versa?;

- Haverá algum dinheiro que pague as mazelas psicológicas deixadas pela preocupação com uma doença ou uma possível cirurgia que não existe ou não é necessária?;

- Se a especialidade de dermatologia também está como está (ao que parece um único médico Português) será que os médicos estrangeiros desta especialidade também têm o mesmo modus operandi que os de oftalmologia?;

- Quantas mais especialidades existirão naquele hospital em que os médicos (estrangeiros) agem da mesma maneira?;

- Imaginemos que um cidadão tem um acidente qualquer e quando entra nas urgências do hospital está inconsciente (ou não) mas, tem os documentos de identificação no bolso, ao inserirem a identificação do acidentado no sistema informático terão acesso ao processo do mesmo, certo? E se no processo do doente aparecer um diagnóstico errado não dará isto azo (pós acidente) a um tratamento igualmente errado? Quais serão assim as consequências para o acidentado?;

- Um dia esses médicos estrangeiros sairão do hospital (possivelmente para os Países de origem ou outro qualquer País) porque arranjarão um hospital ou uma clínica que lhes pague melhor ou abrirão o seu próprio consultório.
Entretanto nos processos dos utentes ficam registados esses diagnósticos convenientes à carteira do sr. ou sr.ª Dr.(a) que, se foi embora para auferir um salário mais justo, adequado e à altura da especialidade que exerce.
Até que ponto podem estes médicos ser responsabilizados?

- Afinal qual é o papel do Hospital E.P.E.? Ao fim ao cabo no meio de tanta "incompetência estratégica médica" qual a responsabilidade do hospital público?

quarta-feira, fevereiro 02, 2011

A Média anual do Salário Minimo Nacional Português em 2011 é 504€



Os cálculos constantes na  mensagem abaixo não estão totalmente correctos, agradeço façam o obséquio de clicar na frase seguinte que fará a hiperligação para nova mensagem:



Fundo de Compensação de Trabalho; Salário Minimo Nacional, Subsidio de Férias e Subsidio de Natal



Grata



















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De acordo com a informação constante no site "Economia e Finanças" O Salário Mínimo Nacional em 2011 é de 485€ .

A média anual do salário mínimo nacional é que deveria servir de base para achar o subsidio de férias e o subsidio de natal dos trabalhadores.

Por isso tomem atenção aos cálculos desta cidadã que nunca teve grande jeito para a matemática, aqui vão eles:

terça-feira, fevereiro 01, 2011

Pandemrix da GSK

Vários apanhados na Net acerca da dita vacina:





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1.º foco – México 2009
2.º foco E.U.A.

Novavax
Engenheiros genéticos de uma rede anglo-americana Novavax, conspirativa e cometendo genocídio.
Bio-contracts, CDC - Centro de controlo de doenças, helped (Mayland

http://www.novavax.com/

Corporate Headquarters
9920 Belward Campus Drive
Rockville, MD 20850
USA
Phone (240) 268-2000

Ver mapa maior

Novavax forms Alliance with Avimex in Mexico

http://www.novavax.com/download/releases/NVAX%20MexicoOct%20FO.pdf

Novavax forms Alliance with Avimex Laboratories to support the Clinical Trial and
Potential Commercial Distribution of the H1N1 vaccine in Mexico
 GE Healthcare Provides Support with its Novel Disposable Bioprocessing Technologies

Bioprocessing Technologies =

'''''''''''''''''''''''''''''''''''''


A Comisão Europeia aprovou a comercialização de duas vacinas para prevenir a gripe A (H1N1), a Focetria (laboratório Novartis) e Pandemrix (GSK - GlaxoSmithKline, PortugalMiddlesex, TW8 9GS, United Kingdom.)


http://www.gsk.com/index.htm


''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''

GlaxoSmithKline Portugal - Glaxosmithkline-Produtos Farmacêuticos Lda
Oeiras - Algés R Doutor António L Borges 3 1495-131 ALGÉS

https://www.gsk.pt/

''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''


Dr Leonard Horowitz fala sobre Vírus A fabricado em Laboratório

http://vodpod.com/watch/1961984-dr-leonard-horowitz-fala-sobre-vrus-a-fabricado-em-laboratrio

'''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''

Gripe A (H1N1)
Glaxo apaga vacina 'Pandemrix' do 'site' :

http://www.destakes.com/redir/d26e80a2810bfbac522894d61567219a

''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''

...
IBM, GSK, Herman Miller See Healthy ROI From Green Purchasing

http://www.environmentalleader.com/2008/05/08/ibm-gsk-herman-miller-see-healthy-roi-from-green-purchasing/

''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''

Hovione

http://www.transportesenegocios.com/seminarios/2008/oradores/Aereo08/Maria_Jose_Macedo.pdf

European Federation of Pharmaceutical Industries and Associations

http://www.hovione.pt/

http://www.novavax.com/download/releases/NVAX%20MexicoOct%20FO.pdf

domingo, janeiro 30, 2011

Medidas de Austeridade? Com certeza! mas, para quem pode, ok?

PAROU, alto lá e "pára o baile"...


Ideias para este ano de 2011:

- Pagamento de impostos e contribuições para a Segurança Social só para quem aufere por mês rendimentos a partir de 5000 euros ou que faz aquisições mensais superiores a esse valor;

- IRS retido (referente ao ano de 2010) referente a rendimentos acima de 5000 euros não será devolvido ao contribuinte.

...O que acham?

quarta-feira, janeiro 26, 2011

O PRESIDENTE ILEGÍTIMO DA REPÚBLICA PORTUGUESA

Os cálculos que se seguem foram efectuados com base nos Resultados Globais das Eleições 23 Janeiro - Presidenciais 2011 (clique aqui)





Resumindo:

4212829 (43.73%) eleitores manifestaram o seu voto num dos candidatos apresentados.
5420301 (56,27%) eleitores não escolheram nenhum dos candidatos.

Cavaco Silva é um Presidente ilegítimo porque dos 9633130 (100%) eleitores só 2230532 (23,15%) eleitores votaram nele.


CHAMAM A UMA ABOMINAÇÃO DESTAS DEMOCRACIA?

sábado, janeiro 22, 2011

VOTEM EM...

Festival RTP da Canção 2011

É DESTA QUE VAMOS GANHAR!



"Luta é Alegria" - Homens da Luta (semifinal)

segunda-feira, dezembro 13, 2010

Despedimentos de cidadãos em idade activa para trabalhar

«… Portugal entre os países onde as rescisões individuais de trabalhadores efectivos são mais dispendiosas…»

Claro!
E um exemplo disso é o que aconteceu com o pessoal da groundforce, os quais, vão receber (ou já receberam) 1,2 salários por cada ano de trabalho, isto é, recebiam salários mais elevados do que os trabalhadores de outras empresas (não estou falando só de aviação), os quais, costumam receber no fim do contrato de trabalho 1 mês de salário por cada ano trabalhado…

Por ano vão ser gastos com os subsídios de desemprego do pessoal da groundforce três milhões de euros (estimativa)

O salário médio da groundforce é de 2000 euros, isto é, o subsídio de desemprego que cada trabalhador vai receber acaba por ser o dobro (em certos caso bastante mais) do que qualquer outro trabalhador (cujo contrato tivesse terminado ou não tivesse sido renovado).


O despedimento não tem necessariamente de ser financiado, nem necessita da criação de nenhum fundo.


Os clubes de futebol negoceiam os seus jogadores (recursos humanos), e todos ganham com isso (incluindo os jogadores que, são a razão de existência do futebol).

As empresas deviam negociar os seus recursos humanos (que são a razão da existência das empresas), isto é:

1.º - As empresas deviam obrigatoriamente afixar em lugar visível ao público, o n.º de trabalhadores que tem com vínculo e sem vínculo (onde devia de constar os anos de trabalho, a categoria profissional e a avaliação de desempenho anual e o salário);

2.º - Quando um contrato chegasse ao fim e a empresa não ficasse com o trabalhador, a empresa devia de ter a obrigação de entrar em contacto com outras empresas, de forma a, transferir esse trabalhador para uma outra empresa (inicialmente para as mesmas funções mas, com garantias efectivamente dadas aos trabalhadores, como por exemplo: formação especializada contínua e ao longo da vida; ascensão profissional dos trabalhadores; salários à altura da formação e experiência profissionais; categoria profissional adequada às funções em campo; e atribuição de uma avaliação (de desempenho ou outra) por créditos (por exemplo: notas de 1 a 20 valores); etc.

3.º - Novas categorias profissionais têm de ser criadas e atribuídas (e outras eliminadas pois, há funções que já não existem nos nossos dias) porque vivemos outros tempos e os instrumentos e conhecimentos laborais que os recursos humanos utilizam são outros;

4.º - Aos trabalhadores que acabam por ser prejudicados em termos de localização da nova empresa para onde são transferidos, deve ser pago subsidio de transporte e ajudas de custo, ou então “dada” casa durante a vigência do contrato de trabalho e caso tenham filhos dadas garantias de escola para os filhos (isto é, o trabalhador não deve ser prejudicado na sua vida pessoal devido à localização do seu novo posto de trabalho);

5.º - Ao haver transferência do trabalhador para outra empresa, não se justifica o pagamento de indemnizações por fim de contrato pois, desta forma ao trabalhador continua a ser garantido um posto de trabalho e um salário igual ou superior ao que auferia;

6.º - Quando a empresa simplesmente não renova o contrato de trabalho e não arranja solução laboral para o trabalhador, caindo este no desemprego involuntário, então nesta situação, a entidade laboral devia de pagar indemnizações muito mais elevadas (do que as que paga presentemente) ao trabalhador para colmatar os efeitos colaterais que o desemprego vai causar na vida pessoal (e familiar) do cidadão em idade activa para trabalhar.

Assim seria justo!

segunda-feira, dezembro 06, 2010

In terms of social donations to whom reverts VAT?

1. º - If governments did bad policies which contributed to condemn the people to starvation, and if the people actually just have the "breadline"as the only solution for their lives problems as well as the continous needed of foodstuffs and clothing donations (situation more or less similar to the one that happened on the 20s of last century. I can say that History don't stop repeating);


2. º - If in this holiday season (Christmas and New Year) the citizens (up to 18 years old included) on a large scale choose to participate actively and intensively in terms of volunteering (even not earning a single penny for their support) as well as in terms of donations;


3. º - Every time that each common citizen goes for food shopping (for themselves household consumption) pays VAT, for example: based in € 50 (fifty euros) for each type of tax:
6% VAT = € 3 (three euros) ;
13% VAT = € 6.50 (six euros and fifty cents);
21% VAT = €10,50 (ten euros and fifty cents);
So, in terms of bills, donations seem to work exactly as normal accounts.



4. º - If donations can be made in various ways such as: buying goods in the supermarkets or superstores to hand over in a plastic bag (previously given by volunteers at the entrance), or by choosing at the cashier one or more foodstuff cards (corresponding to a variety of goods that they actually want to offer to the needy ones), in the end this value is included in the domestic purchases receipt plus VAT.


… but, pay attention, I’m not including clothes (in good condition) that people use to donate throughout the year at some social solidarity institutions.

My question is:
- The VAT of the donations (actually paid by the common citizens in order to help the needy ones) reverts to whom?

This makes me wonder and what about you?

In accounting terms will have supermarkets or superstores the nerve to integrate VAT values (included in the common citizen’s donations receipts) as if they were paid by them?

Will this tax (VAT) reverts in favor of the state itself (inside State)? I mean, in favour of the ones (governments and liders) that contributed for this state of poverty and starvation of the people, due to all unsocial and very lousy policies.


- Why not giving the total amount of VAT, from donations, to charity institutions in order for them to acquire food (without VAT) for the needy ones that have health problems and need a specific diet (diabetic, allergic to certain foods, etc.)?

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Em termos de donativos sociais para quem reverte o IVA?


1. º - Se os governos fizeram más políticas que contribuíram para condenar o povo à fome, e se as pessoas realmente só tem a "A sopa dos pobres" como a única solução para os problemas de suas vidas, bem como a contínua necessidade de alimentos e de donativos de vestuário (situação mais ou menos semelhante ao que aconteceu na década de 20 do século passado, posso dizer que a História não pára de repetir).;


2. º - Se nesta época de festas (Natal e Ano Novo) os cidadãos (até 18 anos incluídos) e em grande escala optam por participar activamente e de forma intensiva em termos de voluntariado (mesmo não ganhando um único centavo pelo seu apoio), bem como em termos de doações;


3. º - Toda vez que cada cidadão comum vai para a compra de alimentos (para si o consumo das famílias) paga IVA, por exemplo: com base em 50 € (cinquenta euros) para cada tipo de imposto:
6% IVA = 3 € (três euros);
13% IVA = 6,50 € (seis euros e cinquenta cêntimos);
21% IVA = 10,50 € (dez euros e cinquenta cêntimos);
Assim, em termos de contas, as doações parecem funcionar exactamente como as contas normais.



4. º - Se as doações podem ser feitas de várias maneiras, tais como: bens de compra nos supermercados ou hipermercados a entregar em um saco plástico (anteriormente dadas por voluntários na entrada), ou escolhendo na caixa um ou mais cartões de géneros alimentícios (correspondente para uma variedade de bens que eles realmente querem oferecer aos mais necessitados), no final, esse valor está incluído no recibo das compras domésticas, mais IVA.


... Mas, preste atenção, não estou incluindo roupas (em bom estado) que as pessoas usam para doar todo o ano a algumas instituições de solidariedade social.


Minha pergunta é:
- O IVA dos donativos (efectivamente pago pelos cidadãos comuns, a fim de ajudarem os necessitados) reverte para quem?


Isso faz-me pensar, e você o que acha?


Em termos de contabilidade terão supermercados ou hipermercados a coragem de integrar os valores do IVA (incluídos nos recibos do cidadão comum, onde também constam os donativos) como se fossem pagos por eles?


Será que este imposto (IVA) reverte a favor do próprio Estado (no interior do Estado)? Quero dizer, em favor dos (governos e lideres) que contribuíram para este estado de pobreza e fome do povo, devido a todas as péssimas e anti-sociais políticas .


- Por que não dar o valor total do IVA, dos donativos, a instituições de caridade para que estes possam adquirir alimentos (sem IVA) para os mais carentes que têm problemas de saúde e precisam de uma dieta específica (diabéticos, alérgicos a determinados alimentos, etc )?

sexta-feira, novembro 26, 2010

O Orçamento de Estado para 2011 foi aprovado - The State Budget for 2011 was approved.

Unfortunately the State Budget for 2011 in Portugal, has just been approved. 

The world needs a Supreme Court of Human Rights which will have the power to create societies in which basic human rights also prevail and that justice is done in fact. 

The Portuguese government and the deputies from all parliamentary groups can not continue to direct citizens to a dead end or a cliff. 

Before approving the budget, they withdrew the family allowance to citizens who are covered by the third and fourth grade, and significantly reduced the first and second echelons of family allowances. 

For decades, the employment policies go towards job insecurity and unemployment, in which force people to live in the margins of society with a sort of begging the state (unemployment benefits). 

The family institution is at risk and the successive governments are insensitive to respect for human dignity and insensitive to the citizens' right to work and fair remuneration and to adapt to the tasks performed by workers.

Without financial autonomy own Portuguese citizens are trapped by economic power, the power companies, and uncontrollable hungry markets. 

The 2011 budget has not been done either to the Portuguese citizens or contribute to the development and progress of the country.


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Infelizmente O Orçamento de Estado para 2011, em Portugal, acabou de ser aprovado.

O Mundo precisa de um Supremo Tribunal dos Direitos Humanos que venha a ter o poder para  a criação de sociedades em que os direitos básicos humanos imperem e em que a justiça seja feita de facto.

O governo Português e os deputados de todas as bancadas parlamentares não podem continuar a dirigir os cidadãos para um beco sem saída ou para um precipício.

Antes da aprovação do orçamento eles retiraram o abono de família aos cidadãos que são abrangidos pelo terceiro e quarto escalão, e reduziram significativamente o primeiro e segundo escalões dos abonos de família.

Há décadas que as politicas de emprego caminham no sentido da precariedade laboral e do desemprego, em que obrigam as pessoas a viver à margem da sociedade com uma espécie de esmola do estado (subsidio de desemprego).

A instituição família está em risco e os sucessivos governos são insensíveis ao respeito pela dignidade humana e insensíveis  ao direito dos cidadãos ao trabalho e a uma remuneração justa e que se adapte às funções desempenhadas pelos trabalhadores.

Sem autonomia financeira própria os cidadãos portugueses estão encurralados pelo poder económico, pelo poder das empresas, e pela incontrolável fome dos mercados.

O Orçamento de 2011 não foi feito nem para os cidadãos Portugueses nem contribuirá para o desenvolvimento e progresso do País.

quarta-feira, novembro 17, 2010

Monoparentalidade, abono de família e medidas de austeridade.

«... o trabalhador auferindo o ordenado mensal de 475,00€, tinha que trabalhar 498 anos (quase cinco séculos) para receber o montante que o “António Mexia” recebeu num ano...»

Bem que desconfiava que quem mais ganha, menos desconta, e mais "borlix's" tem.

E as medidas de austeridade são para os mesmos de sempre (quem nada ou  menos tem).




Falemos  de prestações familiares (abono de família) passando a dar o meu exemplo:

Os meus filhos (3)  beneficiam do 1.º escalão;
Até ao mês passado (Outubro/2010) a Seg. Social pagava para cada filho:

-  43,68€ por mês,
- mais a majoração de 8,74€ por cada filho
(essa majoração foi requerida por mim há um ano atrás, não porque algum funcionário me tivesse informado desse direito mas, porque como estou registada no site da Seg.Social directa apercebi-me que a minha família monoparental tinha direito à dita majoração).

Este mês (Novembro/2010) a segurança social encolheu as prestações:
- para 35,19€ por mês;
- a majoração para 7,04€.

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Na realidade recebi  uma cartinha (datada: 03/11/2010) da Seg. Social com o seguinte «assunto: Eliminação de majoração de 25% no 1.º e 2.º escalão do abono de família para crianças e jovens.»

Em que a negrito constava a seguinte frase:
«... a partir do mês de Novembro de 2010 o valor das prestações de abono de familia para crianças e jovens de que V. Ex.ª é recebedor vai ser alterado, passando a não contemplar a referida majoração...»

Moral da história:
É triste ser desempregada involuntária, depender de esmolas do estado, e ser mãe neste País, que não respeita os filhos que neste berço são gerados e criados...

Até quando os sucessivos governos vão continuar a implementar políticas que só  beneficiam os ricos e a humilham os pobres?

segunda-feira, novembro 15, 2010

À groundforce na escala de Faro.


A TAP detém 43,9% das acções;
A  Europartners detém 50,1% das acções;
A Portugália detém 6% das acções.



Europartners é accionista maioritária da Groundforce, (clique aqui)



Esses trabalhadores (que antes eram a 100% TAP) decerto fizeram algum acordo no passado com a groundforce para lá poderem continuar a trabalhar. 

Agora chegam à conclusão que: nada é para sempre; não são intocáveis; não pertencem a nenhuma casta distinta; não são diferentes de outro qualquer cidadão em idade activa para trabalhar; vão para o desemprego como tantos outros trabalhadores precários (por imposição) o foram ano após ano (alguns injustamente mas, como foram para o desemprego em menor escala ninguém se manifestou ou importou com isso, e inclusive muitos deles com filhos menores também e contas para pagar).

Quantos trabalhadores sazonais passaram pela TAP e pela groundforce?
Quantos não viram os contratos renovados e quantos tiveram a sorte de continuar a trabalhar durante a época baixa (não terão sido sempre os mesmos, com umas pequenas "nuances")?
Quais foram, durante décadas, os critérios de escolha de recursos humanos por parte da empresa e das chefias (supervisores, chefes de escala,...)?
Quantas injustiças foram feitas durante décadas a bons profissionais que não viram renovados os contratos (pelas mais variadas razões, algumas que a razão desconhece) e tiveram de mudar de profissão ou voltar a estudar por forma a obterem formação intermédia ou superior?

Se esses 336 trabalhadores se unem contra o despedimento (que não passará de uma tentativa falhada) porque não analisam a situação sob outro prisma? 

Deviam  ver a actual situação como uma grande oportunidade, no sentido de, unidos poderem vir a dar o V/ contributo para o desenvolvimento da economia, através da criação de uma pequena ou média empresa virada de preferência para a exportação.

Com o dinheiro das indemnizações e pedindo o subsidio de desemprego na totalidade à Segurança social; com o apoio de quem possa ajudar (entidades competentes relacionadas com o desenvolvimento e implementação de novas empresas; porque não com a participação de cientistas que queiram desenvolver projectos viáveis; qui ça com a participação de inventores que queiram desenvolver e comercializar determinado produto;...), esses trabalhadores só necessitam de apoio e formação, precisam que os dirijam no caminho certo,  não ficando simplesmente limitados a chorar sobre o “leite derramado”(isso não os leva a lado nenhum).

Porquê pré-reformas aos 50 e tal anos? Acham-se acabados? Alguém terá de motivar e dirigir esta gente no sentido certo pois, nem todos são empresários mas, todos detêm qualidades, características e capacidades que podem ser úteis para os próprios e para o País, esta gente só precisa da ajuda de pessoas com visão por forma a que possam aplicar o dinheiro no sentido certo.

A Câmara Municipal de Faro por exemplo poderia ajudar a dar o impulso como? (clique aqui)

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Levantar capital para financiar sua invenção - Uma das coisas mais difíceis e importantes para fazer!, (clique aqui)

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terça-feira, novembro 09, 2010

S.S.S.

 Os Srs. inteligentes e responsáveis pela S.S.S. (Solidariedade e Segurança Social) chamam «protecção familiar» a quê?

Acham que protecção familiar é tirar a quem mais precisa?

Não acham vergonhoso tirar 08,49€ X 3 = 25,47€ (vinte e cinco euros e quarenta e sete cêntimos) por mês, a quem está abrangido no 1.º escalão, referente à ajuda que têm vindo a dar pelo facto de eu ter 3 (três) filhos a meu cargo?
Agradeço me seja dada uma justificação numa base legal, e como cidadã deste País chamado Portugal tenho toda a legitimidade em exigi-la.

Será que eu ainda terei de pedir desculpa ao estado (dentro do Estado) por ter trazido filhos ao Mundo, é isso? Face ao elevado aumento de idosos neste País pergunto-me se este País merecerá a elevação da taxa de natalidade.

Em vez de irem buscar a quem tem, vêm buscar a quem nada tem?

Impuseram-nos (subentenda-se cidadãos comuns em idade activa para trabalhar) a precariedade, seguida da subsídio-dependência, numa rotatividade agonizante, graças às horríveis, nada humanas e humilhantes politicas de emprego, geradoras de desemprego, de precariedade e de miséria humana, reflectidas na quantidade de gente que já vai à sopa dos pobres, o que infelizmente está em voga, e pergunto-me quanto ganharão mensalmente todos esses gestores ou administradores de dinheiros para fins sociais de matança de fome humana e de apoios ao pagamento de casa e sabe-se lá mais o quê sim, porque os cidadãos não são informados dos seus direitos, simplesmente são espoliados de tudo, inclusive da dignidade e do direito a ter uma família que se desenvolva de forma sã e com condições.

Eu pessoalmente nunca me meti com empréstimos bancários (para nada, muito menos para comprar casa, e garanto que até há bem pouco tempo muitas foram as vezes que recebi chamadas telefónicas de empresas que ofereciam crédito para tudo e mais alguma coisa) porque sempre me ensinaram desde terra idade que só se gasta o que se tem, logo se as únicas possibilidades que me ofereceram na vida (á força) foram a da insegurança e da instabilidade laborais, nem em sonhos me atreveria a pedir empréstimos para casa porque, sempre tive bem a noção de que nunca poderia vir a pagar esse “luxo”, o de ter casa própria…

Os cidadãos só têm deveres: o dever de trabalharem décadas e décadas para as entidades patronais quase à “borlix”, “comerem e calarem”, enquanto trabalhadores porque, as empresas sempre tiveram a “faca e o queijo na mão”.

Pobres e ignorantes patrões que não vêem que se são alguém na vida e se têm lucros é porque os cidadãos produzem para eles encherem os bolsos, e o que dão eles em troca aos seus trabalhadores? Dão uma remuneração escandalosa que muitas vezes nem para alimentar e vestir a família dá, depois o patronato agradece, a quem desempenhou funções, de que forma? – Enxotando e descartando, sem dó nem piedade, quem muito de si deu em prol das empresas (muitas vezes: oferecendo horas de trabalho às empresas sem qualquer tipo de remuneração extraordinária; não tendo outro remédio senão o de secundarizar a própria família; e por vezes calando as ilegalidades e irregularidades empresariais de que se vão apercebendo à medida que o tempo passa) para no fim receber novamente uma não renovação contratual, e isto repete-se consecutivamente em círculos viciosos.

Depois uma vez mais estes cidadãos em idade activa para trabalhar caem novamente no desemprego involuntário e aí são apontados (por empresários; pelo próprio estado e por cidadãos vira-casacas) como se fossem os maiores bandidos à face da terra que não querem trabalhar.

Aí são chantageados pelo IEFP para ocupar postos de trabalho denominados contratos de emprego-inserção, antes designados como contratos de actividade ocupacional, que ao que parece estão em vias de vir a ter um outro nome, isto é, lá terão de criar uma nova portaria que revogue a Portaria n.º 128/2009 de 30 de Janeiro, é isso? Pergunto-me qual será o novo nome que irão dar a este tipo de trabalhos camuflados que, mais parecem uma forma encoberta de escravatura? Não será isto uma maneira de já nos estarem a pagar uma reforma antecipada forçada? Que tipo de reforma terei eu e todos os cidadãos nestas circunstâncias caso venhamos a ter a pouca sorte de entrar na 3.ª idade? Se este é o tratamento que estamos a ter enquanto jovens e adultos como será na 3.ª idade, quando actualmente a 3.ª idade até já passa fome e sofre pela sua pobreza envergonhada?

Sim, meus Srs. os cidadãos comuns sempre receberam reduzidos salários neste país, para além da agravante, após a célebre revolução dos cravos (25/04/1974), das relações laborais precárias e não vinculatórias, sem direito a progressão na carreira simplesmente, porque lhes foi vedado qualquer tipo de progressão na vida profissional e nem sabem o que é isso porque nunca o tiveram.

Esta foi a grande oportunidade para oportunistas de miséria humana, o que deu azo às empresas de trabalho temporário de vingaram a olhos vistos, e muitas das ofertas, constantes no site do IEFP, não passam de ofertas de empresas temporárias (numa relação unha com carne mas, legal).

Resumindo os sucessivos governos, há décadas que nos têm vindo a encurralar numa espécie de armadilha de subsídio-dependência virada para um género de trabalho que, não é “peixe nem carne”, é uma coisa sem sal, desenxabida que não dá futuro a ninguém nem qualquer tipo de motivação laboral, retirando-nos inclusive a vontade de continuar a viver, só para sobreviver sim, porque os cidadãos não vivem, os cidadãos sobrevivem.Que esperança poderemos nós passar aos nossos filhos quando o presente é o que está à vista? Como vou explicar aos meus filhos que eles já estão endividados desde o primeiro dia em que saíram das minhas entranhas?

As pessoas ficam iludidas com esses contratos pagos com subsídios de desemprego e umas migalhitas (que lhes foram retiradas aquando dos cálculos de atribuição de subsidio e que depois lhes são pagas sob a forma de 20% e subsidio de refeição e subsidio de transporte) com a esperança que se tudo correr bem poderão no fim vir a formalizar alguma espécie de contrato a termo certo ou por tempo indeterminado, coitados! Quão iludidos andam estes cidadãos que não vêem (pobres desgraçados) que tudo isto não passa de uma armadilha convenientemente estudada e que após-terminus de subsídio de desemprego simplesmente os mandam embora, e as funções que ocupavam passam a ser ocupadas por outros e com as mesmas condições.

quinta-feira, novembro 04, 2010

Os velhinhos e as velhinhas portugueses não são respeitados em Portugal.

Uma ida ao hospital distrital de Faro, na última semana de Outubro de 2010 (tenho tanta pena de não ter uma câmara de filmar!)


Os jovens a partir dos 15 anos quando estão doentes têm de ir às urgências gerais do hospital.

Descrição do sucedido:

Nesse dia útil da semana eram 6:30hrs. a.m. o meu filho (menor de idade) havia estado durante 4 dias com dores de cabeça intensas (que não passavam nem com a toma de Paracetamol, nem com Ibuprofeno) havia vomitado desde o dia anterior e tinha dores de estômago intensas (eu concluí que ele havia sido contagiado pelo irmão mais novo que, esteve internado 24 horas no hospital de dia de pediatria após, ter dado entrada na urgência pediátrica,  com os mesmos sintomas com uma situação viral e contagiosa).

Dirigi-me ao balcão de atendimento e fizeram a ficha, expliquei então à administrativa de que ele só podia ter uma virose contagiosa justificando-me com o que acima referi, mandaram-nos esperar pela chamada da triagem.

O meu filho só vomitava (em seco e o pouco liquido que saía era verde) e as dores de cabeça eram terríveis.

Na sala de espera, à nossa frente, só estava um casal e uma outra pessoa, esperamos perto de 30 minutos.

Quando nos chamaram para a triagem (reparei nas imensas macas com velhotes que estavam no corredor à nossa frente, e pensei: - decerto aconteceu algum problema num qualquer lar da terceira idade e esta gente entrou toda em peso no serviço de urgências.) entrámos, expliquei o que se passava e mandaram-nos esperar numa sala junto à triagem, onde não estava praticamente ninguém. Entretanto ele quis vomitar e eu fui à procura de alguém que me desse um saco para vómitos, passei no corredor entre as macas (à minha direita haviam 2 filas de macas e à minha esquerda uma fila, todos o que lá estavam eram homens e mulheres idosos) e entrei na sala em frente (que tinha duas portas) vi então lá dentro à minha direita mais uma fila de macas (com idosos) e entre macas estavam duas funcionárias (auxiliares ou enfermeiras, não sei bem precisar) fazendo a higiene íntima de um(a) doente (sem biombo), eu então pedi o dito recipiente para vómito e as Sras. ficaram muito chocadas por eu ter entrado por ali adentro aquando da higiene do(a) paciente, ao que eu respondi que não olhei para o paciente em questão, explicando-me acerca da minha intenção, mandaram-me ir à triagem porque lá tinham os sacos para vómitos, assim fiz.

Na sala de espera da triagem esperamos +- 15 minutos, seguidamente chamaram o meu filho para a sala da médica (que ficava no corredor do lado direito junto das 2 filas de macas) por sinal  originária de um País não comunitário, depois de o ver (não viu nem os ouvidos, nem a garganta, nem fez a auscultação), isto é,  depois de palpar-lhe a barriga (altura em que começou novamente a vomitar um líquido verde pois, já nada mais havia a expelir) mandou-o para a tal sala de tratamentos, onde eu já havia estado quando fui à procura do tal recipiente (quando estavam fazendo a higiene intima do(a)  tal paciente).

A enfermeira iniciou o tratamento (paracetamol intravenoso), a administração do produto durou à volta de uma hora, e durante esse processo apercebi-me de que os enfermeiros (do turno da noite e quase em fim de turno) eram poucos, e uma vez mais apercebi-me de um triste filme: à medida que o enfermeiro trazia os pacientes nas macas para a sala de tratamentos ia  batendo nas outras macas que tinham doentes (alguns em sofrimento) senti-me como se estivesse numa qualquer feira observando as pessoas a andar em carrinhos de choques, linda imagem! O enfermeiro justificou-se de que as macas não obedeciam. (Ai é? Pois eu acrescento, é óbvio! Que eu saiba uma maca deve ser movimentada por duas pessoas e não por uma só).

Enquanto na sala de tratamentos apercebi-me do sofrimento de algumas pessoas através dos sons emitidos pelas mesmas, uma paciente esteve gritando repetidamente durante cerca de 1 hora ou mais o seguinte: - Eu quero a minha filha... Tragam-me a minha filha... Ai a minha filha... Eu não quero estar aqui... Chamem a minha filha...

De repente deixei de ouvir a Sra. e pensei: devem ter-lhe dado algum calmante.

Entretanto novos enfermeiros e novos médicos vieram para substituir os do turno anterior (depois de termos assistido as várias higienes intimas efectuadas por auxiliares e enfermeiras?!) e quando o saquinho de paracetamol (que estava a ser administrado ao meu filho) chegou ao fim chamei a atenção à enfermeira que, me perguntou se ele já tinha alta. Eu fiquei perplexa com a questão pois, ainda não lhe tinham administrado o soro com o produto para os vómitos e além disso o saquinho de paracetamol já havia sido administrado há uma hora atrás sem que ninguém o tivesse retirado (apesar de eu os ter alertado para o facto na altura em que este acabou), então eu disse então à enfermeira que não sabia nem o nome da médica que o recebeu nem o nome do médico substituto, ela informou-me então que ao seu cuidado tinha 20 e tal pacientes e que eu deveria de ir à procura do médico e falar com ele, assim o fiz e encontrei-o, passados alguns minutos colocaram o soro com o(s) aditivo(s).

Durante o tempo de administração do soro sempre estiveram entre 4 a 5 macas com velhotes (homens e mulheres) mesmo à frente do cadeirão onde se encontrava o meu filho, um velhote destapava-se e estava todo nu, com os órgãos genitais à mostra, o pobre desgraçado ainda se tentou tapar mas, o lençol estava preso, o velhote da maca ao lado (penso eu a receber oxigénio) ainda o tentou ajudar mas, não conseguiu… Saí para ir à rua apanhar ar e quando voltei estavam mais macas (umas 4 filas), ao passar no corredor um velhinho (de 80 ou 90 anos), totalmente desdentado, com uns olhos e um rosto encovados, tocou-me no braço e eu perguntei-lhe se o podia ajudar, só que ele mexia os lábios mas, emitia uns sons muito baixos (fez-me lembrar um sonho que eu tive há alguns anos, no qual, gritava mas, não saía som absolutamente nenhum), ainda tentei escutá-lo aproximando o meu ouvido de seus lábios e inclusive até o paciente idoso na maca ao lado (com soro) também tentou entendê-lo mas, não consegui-mos, as sua pernas tremiam, aí eu disse-lhe que ia chamar um enfermeiro, fui e encontrei uma enfermeira demasiadamente ocupada, expliquei-lhe a situação e ela disse que já ía ver o que se passava, só que não foi, então procurei um enfermeiro e disse-lhe o que se passava, indiquei a maca, o enfermeiro disse-me que aquela fila de macas era de outro enfermeiro e que ía à procura do(a) colega que estava responsável por aquele paciente daquela fila de macas… sinceramente não sei se alguém lá foi!… voltei então à sala onde estava o meu filho (por ordem da enfermeira não podia lá ficar durante muito tempo porque a sala estava cheia e se lá ficasse seria só para atrapalhar)… após ter tomado todo o soro, ele queixou-se novamente de dor de cabeça, aí voltei a falar com o médico (visto a indisponibilidade da enfermeira por excesso de trabalho) e este mandou dar novamente uma dose de paracetamol pela veia… só sei que numa das últimas vezes que passei por aquele corredor de passagem andava uma auxiliar ou voluntária a dar refeições (canjinha e maçãs cozidas) aos doentes “amacados” e reparei que um deles, ao receber a refeição, não estava na posição certa para comer, chamou a Sra. que, por sinal não o ouviu pois, tinha acabado de ir na direcção contrária (na direcção do corredor à direita), eu ofereci ao homenzinho a minha ajuda, e ele aceitou, segurei-lhe no braço (tinha sangue na manga e estava a soro) com receio de o magoar ajudei-o a sentar e retirei a tapinha da canjinha, visto que, ele também tinha dificuldade em fazê-lo…

Quando o pequeno saco de paracetamol acabou a enfermeira informou que ía almoçar e que o médico também tinha ido e que eu e o meu filho podíamos ir até ao bar tomar qualquer coisa para fazer tempo, assim o fizemos… o meu filho comeu uma tacinha de gelatina que custou 1,50€ (muito dinheiro ganha o bar do hospital às custas dos cidadãos) … depois fomos para a sala de espera da triagem, visto que, era impossível voltar para a sala de tratamentos já que cada vez havia mais gente e mais macas, digamos que era quase que impossível passar no corredor de passagem devido às macas… esperamos aproximadamente uma hora (constantemente eu ía ao gabinete do médico para ver se ele já tinha chegado do almoço) … quando finalmente vi o médico, chamei logo o meu filho, foi-lhe dada alta e mandou-nos ir à sala de tratamentos para que a enfermeira tira-se a agulha por onde lhe foram dados os medicamentos intravenosos mas, antes disso eu perguntei ao médico (olhos nos olhos) se tinha acontecido alguma coisa em algum lar de idosos, ao que o médico me respondeu que aquele até era um dia calmo e que tudo aquilo era normal, e aconselhou-me a ir no mês de Agosto às urgências do hospital para tomar um café no bar, disse que no mês de Agosto nem precisarei de entrar no interior das urgências pois, na sala de espera de entrada para as urgências poderei ver muito pior do que aquilo que vi naquele dia. Eu fiz questão de dizer ao médico que o que se passava ali manifestava uma total falta de respeito quer por doentes como por funcionários e que a médio prazo decerto tudo aquilo provoca danos psicológicos a todos o que por lá trabalham, ao que o médico me respondeu: - É por isso que há falta de médicos e enfermeiros neste hospital, ninguém quer vir para aqui trabalhar com estas condições.

Pronto fiquei esclarecida e lá fomos com bastante dificuldade, passando e desviando-nos entre as macas colocadas no corredor de passagem, para que a enfermeira retira-se a agulha… entretanto fomos à farmácia do hospital comprar os medicamentos que o médico havia receitado, a última coisa que ouvi na farmácia foi uma Sra. (que eu tinha visto também nas urgências durante todas aquelas horas) a pedir o livro de reclamações à farmacêutica por não terem pensos para as feridas.



Portanto só posso concluir que:

A saúde pública está doente.

Os nossos velhotes não são tratados com respeito, estão deitados ao abandono muitas vezes pelas famílias e do Estado nem se fala, vi muitos velhotes magrinhos (acredito que passam muita fome pela falta de recursos financeiros) alguns são só a pele e os ossinhos...

Se o Hospital distrital de Faro (empresa pública) tem o hospital de psiquiatria e pneumologia; o serviço de urgência pediátrica e hospital de dia pediátrico...  se a população idosa está a aumentar, a olhos vistos, e sendo as crianças e os velhotes (salvo outras excepções) os que necessitam de mais protecção, cuidados e carinho,   não compreendo porque razão não existe no hospital distrital um serviço de urgência geriátrica e hospital de dia geriátrico também.

Se as urgências hospitalares entopem com idosos (dando a sensação que aconteceu algum problema num qualquer lar para idosos e que entraram todos ao mesmo tempo e no mesmo dia), os quais ficam, para ali, em macas nos corredores e salas de tratamentos, juntamente com jovens a partir dos 15 anos e adultos, pergunto:
- Em caso de catástrofe natural ou guerra como será? Meterão todos os velhotes na rua, ou armam tendas à semelhança do que acontece em países do terceiro mundo, ou em caso de acidentes em série numa qualquer estrada ou auto-estrada?

O serviço de urgências do H.D.Faro não tem condições em termos de espaço, nem para os doentes (Portugueses e estrangeiros), que de cuidados urgentes e emergentes necessitam, nem para quem lá trabalha. Como é possível alguém trabalhar naquele sitio com aquelas condições, durante quanto tempo conseguem aqueles profissionais da saúde manter a sua sanidade mental?

A maior parte dos médicos no hospital são espanhóis, brasileiros e alguns dos países de leste (as pessoas idosas, e não só!,  já têm dificuldades em entender os termos técnicos que os médicos portugueses utilizam, e actualmente ainda existe a agravante linguística), o que me provoca a sensação de que ou os médicos portugueses foram quase todos para a reforma, ou para o hospital particular do Algarve (útil para quem tem ADSE pois, os pacientes são atendidos rapidamente e com comodidade, pagam valores irrisórios pelos cuidados de saúde recebidos mas, a maior talhada da factura é para um Estado que, pelos vistos tem de reduzir na despesa pública devido à crónica crise e já recessão, ensombrada por uma banca rota quase a eclodir), ou emigraram.

TRANS-EUROPEAN TRANSRAPID... THE TEN-PROJECT 19













«Utilisation of the TRANSRAPID in Europe Dr.-Ing. Bernd Neumann Union of European Railway Engineer Associations, Frankfurt/Main, Germany
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3.3 Extension of TEN
The special situation regarding the cross-border connection of railway networks with different gauges was dealt with at the beginning of this report. The European Commission has initiated the TEN Project 19 in order to improve the connection between Spain and Portugal with the rest of Europe; the costs are as yet unknown. “The different gauges of the railway networks on the Iberian Peninsula and in the rest of the European Union are one of the biggest hindrances for the efficient operation of the European railway network system. The project includes the construction of new lines and the installation of polyvalent sleepers, additional tracks or
gauge-changing installations for the high-speed net in Spain and Portugal in order to provide full interoperability with the remainder of the trans-European railway network.“ (European Commission 2003) The same situation, but on a vastly bigger scale, exists in the east of Europe with all the countries of the former
Soviet Union...»