sexta-feira, junho 19, 2020
segunda-feira, junho 15, 2020
O sr. P.R. Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa em aula de EstudoEmCasa
Excelente iniciativa.
Um sinal de respeito pelos alunos que neste tempo de pandemia têm estado em casa e pelos professores que tiveram de passar a dar aulas quer pela televisão "RTP Memória" como pela internet.
sábado, março 14, 2015
Aos médicos do SNS o meu maior respeito
Enquanto cidadã Portuguesa, desempregada involuntária de
longa duração, em situação de doença tenho a dizer que lamento o desrespeito
com que o Ministério da Saúde tem vindo a tratar os médicos, e os utentes do SNS
nos vários serviços públicos de atendimento, que fazem os possíveis para ajudar
os pacientes com os insuficientes instrumentos e meios que o Ministério da
Saúde coloca ao seu dispor. O sr. Ministro da saúde devia saber que sem ovos
não se faz omeletes, sem forno não se faz pão… Se ao sr. Ministro lhe dessem um
gabinete sem os instrumentos necessários ou com os instrumentos desadequados
para exercer a sua função muito provavelmente não atingiria os objectivos a que
se propôs antes de ascender a um lugar tão distinto.
Ontem descobri na plataforma do ministério da saúde que não
tenho direito a reclamar do SNS, fiquei triste com o que vi na plataforma dos
serviços do ministério da Saúde.
Clique na seguinte frase para abrir a hiperligação:
No que se refere a esta frase (escrita a vermelho por baixo do valor referente ao «Rendimento Mensal» ) só tenho a dizer: - «Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o
que fazem»
Foi assim, desta maneira "dura, crua, nua e fria" que finalmente entendi a razão do tipo de
respostas que o Ministério da Saúde (e não só) tem vindo a dar às minhas várias
reclamações, todas as minhas criticas têm sido construtivas e até determinada
altura até achei que esta seria a melhor forma de prestar tarefas úteis à
sociedade mas, enganei-me redondamente, afinal para os sucessivos governos as tarefas úteis à sociedade só são aquelas que eles escolhem em forma de contrato de RSI, de contrato de inserção profissional e afins em que os cidadãos trabalham e são pagos com parcos subsidios da Segurança Social.
Sr. Ministro a saúde não tem a ver só com dinheiro e para a
saúde (e não só) não deveria haver contenção de custos.
Quando os médicos tratam as pessoas doentes utilizam os
conhecimentos que ao longo de anos absorveram, a praxis fá-los crescer mas,
algumas vezes precisam da mão de Deus para os ajudar, para os guiar nos
tratamentos adequados. Já agora aproveito para agradecer ao Dr. Victor Martins
(cirurgião da unidade pediátrica de pneumologia do Hospital de Santa Maria de
Lisboa) e à equipa que, há 2 décadas atrás, trataram e salvaram (com o apoio de Deus) um dos meus filhos. Se
nessa época os médicos me respondessem tal qual alguns médicos me têm vindo a
responder ao longo desta última década o desfecho teria sido diferente.
Quero agradecer ao Dr. Eusébio Pinto, meu ex-médico (porque
se reformou) de família pela paciência que teve para comigo e pelo pouco que
conseguiu fazer por mim, graças às sucessivas contenções de custos na saúde. Eu
sei que o Dr. me ajudaria mais se isso estivesse nas suas mãos.
Espero que o Dr. Manuel Alveirinho, meu actual médico de
família não tenha de passar “as passas do Algarve” como o Dr. E.P. passou e se
conformar com as contenções de custos, com a falta de meios e de condições para
despoletar os instrumentos necessários para
tratar as pessoas como deve ser, logo desde a fase inicial da doença, espero do
fundo do coração que consiga exercer a sua função na plenitude. Agradeço ao Dr.
M.A. os conselhos e o apoio (dentro das medidas do possível) que me tem dado, é
uma honra tê-lo como médico de Família.
À Dra. Fátima Peralt Lopes, neurocirurgiã agradeço que tenha
valorizado as minhas queixas e lamento que até à data, para o meu caso, não tenha sido criada uma equipa médica com
médicos de outras especialidades para além da sua especialidade, porque o meu problema não é
só neurológico, para além disso, eu quero ser operada num hospital público e
por médicos que tenham boas taxas de êxito no tipo de intervenção cirúrgica de
que necessito.
Os hospitais têm de se responsabilizar pelo tipo de
tratamento que dão a seus doentes, é inacreditável que “lavem as mãos” como “Pôncio Pilatos”, através do envio de um vale cirurgia com 3 hospitais
privados à escolha do paciente, depois de anos de sofrimento não é em cima dos
joelhos e à pressa que a coisa se resolve, a minha vida não é um jogo de
euromilhões ou raspadinha em que se acertar ganho e se não acertar perco.
Em todo o lado há bons e maus profissionais mas, limitar o
exercício profissional dos bons profissionais a obstinadas contenções de custos
é imoral, é degradante e desumano. Um bom profissional é aquele que também se
responsabiliza pelo que faz e quando erra reconhece, aprende com os erros não
os repetindo e pede desculpa sempre que necessário.
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sexta-feira, outubro 24, 2014
Greve dos administrativos e auxiliares dos hospitais
Sem dúvida que a falta de pessoal e de
material faz com que condições de trabalho do pessoal (médicos;
enfermeiros; auxiliares; técnicos e especialistas de saúde; administrativos) se
deteriorem imenso e quem paga são os cidadãos que necessitam de cuidados de
saúde.
Não há condições para ninguém neste País excepto
para os políticos, única profissão que dá direito de facto a carreira
profissional e (aparente) estabilidade dos que a exercem.
Os Srs. do poleiro querem que as mulheres deste
País tenham filhos dizem que é por causa da baixa natalidade mas, depois não
sabem como meter a máquina a funcionar, por forma a, que os serviços públicos
funcionem como deve ser, sim que funcionem a favor dos utentes, afinal cada
gravidez leva dentes (e não só), não é?
Em dia de greve os jornalistas vão para as portas
dos hospitais e centros de saúde, falam com os utentes que se sentem
incomodados por não serem atendidos pelo serviço de saúde no dia de greve mas,
os Srs. jornalistas não entram dentro dos gabinetes médicos para verem as
condições com que estes trabalham, pois não?
Vamos exemplos?
Aqui vai
- Centro de saúde de Faro, Algarve, Portugal
O jovem dentista que está no consultório, que
recebe utentes carenciados:
- Não tem assistente para o ajudar enquanto
repara os dentes;
- A cadeira de dentista (onde os pacientes se
sentam) está a cair aos bocados, razão pela qual hoje em pleno dia de greve não
tive a consulta, que marquei há mais de 1 mês, para tratar de uma das infecções
dentárias que tenho;
- Se precisa de ver um CD de um exame
imagiológico tem de sair do seu gabinete porque o computador do consultório não
está preparado para fazê-lo;
- Se detecta uma infecção num dente do siso tem
de requerer consulta para o utente no Hospital de Faro, o que leva imenso
tempo.
Será que o Sr. ministro da saúde desconhece que:
- Numa infecção dentária o cérebro está sempre
recebendo sinais de infecção e envia constantemente "os polícias do
organismo" para o combate, se a infecção não for tratada a
tempo pode levar à morte associada a sepse que advém precisamente de disfunção
orgânica aguda ou falência de múltiplos órgãos devido a infecções secundárias
ou complicações decorrentes da doença de base, no caso de uma infecção dentária
não tratada a tempo.
- Em Faro estão sendo enviadas crianças
(inclusive com idades até 10 anos), que antes eram seguidas por terapeutas
(exemplo: terapeutas da fala e terapeutas ocupacionais) nas consultas externas
do Hospital de Faro, para consultas de psicologia no hospital psiquiátrico de
Faro? Acha normal que crianças que conseguem atingir medianamente objectivos
escolares e que vão evoluindo sejam atiradas de repente para consultas num
hospital psiquiátrico? Também deve achar normal que psicólogos insistam em
receitar medicamentos com o princípio activo metilfenidato (do grupo das
anfetaminas), quando por exemplo no Brasil a administração deste tipo de
medicamento está proibida a crianças;
- Por exemplo os bochechos de flúor não podem ser
dados a crianças cujo autismo está adormecido ou a pessoas com problemas na
tiróide? Por mero acaso mandará o programa de bochechos quinzenais nas escolas
públicas fazer análises prévias à urina das crianças de verificação dos níveis de
fluoretos no organismo? Ou a assinatura de encarregados de educação (menos
esclarecidos) dando permissão para os tais bochechos é suficiente para que a
culpa dos serviços de saúde "morra solteira"? Até quando os Srs. Ministros
da saúde em Portugal continuarão a ser como o Poncio Pilates, os médicos e técnicos
de saúde os carrascos e os pacientes Jesus Cristos?
- Por exemplo em questões neurológicas sensíveis
os utentes devem ser operados por médicos que apresentam taxas de êxito em vez
de condicionarem os pacientes à sua região de residência?
- …
Afinal quando é que os profissionais da saúde e
os utentes dos serviços públicos são tratados como deve de ser, com o respeito
e com a dignidade que merecem?
O QUE RAIO SE PASSA NESTE PAÍS sr. Ministro?
O sr. Ministro da saúde ou é um incompetente ou
está alheado da realidade que afunda este País a passos acelerados.
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sexta-feira, outubro 10, 2014
SAVE THE ALGARVE FROM OIL AND GAS EXPLORATION
«MORTE NO ALGARVE
Uma teoria da conspiração passou à realidade
Condena-se um paraíso a uma calamidade
Foi destruída uma cultura milenar ligada ao mar
Políticas suicidas para a pesca e industria matar
De um ano para o outro o marisco da Ria Formosa
Passa a merda o que era ouro, mais uma verdade mentirosa
Não! Petróleo no Algarve!
Não! Morte no Algarve!
Pouca gente vive do mar e quem vive está ilegal
Matam a contestação, abre-se a porta ao capital
Nos media nada se fala, a morte entra em silêncio
A população moribunda procura emprego num anúncio
Não! Petróleo no Algarve!
Não! Morte no Algarve!
Onde antes encontravam comida animais estão condenados
Num cemitério aquático encontrarão petróleo derramado
No sul de Portugal, um ecossistema único no mundo
Petróleo foi encontrado no fundo
Estuário único no mundo, a natureza foi vencida pelo capital
A fauna e a flora serão defuntos, a morte será vital!»
------------------------------------------------------------------------------------
Sign the Petition :
SAVE THE ALGARVE FROM OIL AND GAS EXPLORATION - SALVAR O ALGARVE DA EXPLORACAO DE GAS E PETROLEO
https://www.change.org/p/say-no-to-oil-rigs-in-the-algarve-diz-n%C3%A3o-%C3%A0s-plataformas-de-petr%C3%B3leo-no-algarve
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quarta-feira, setembro 17, 2014
Inicio do ano lectivo num País com quase 9 séculos
Como sempre o mesmo mediatismo às portas das comunidades escolares, o que comprova que os erros repetem-se interminavelmente e que os jornalistas não têm um "faro" assim tão apurado.
Nos primeiros dias de aulas os meios de comunicação social procuram noticias junto das portas das escolas esquecendo-se que deviam estar junto das papelarias que fornecem os manuais e materiais escolares para os alunos com direito ao S.A.S.E.- Serviço de Acção Social Escolar, incluidos no escalão A e com Necessidades Educativas Especiais (como por exemplo: os alunos que estão integrados no ensino público normal e que necessitam ao longo do ano também de apoio de professores de ensino especial).
Os alunos do 1.º ciclo do ensino básico que precisam de mais protecção (com Necessidades Educativas Especiais) são os que mais desprotegidos ficam no inicio de cada ano lectivo:
1.º - Quando na 1.ª semana de Setembro (porque antes não vale a pena) os encarregados de educação se dirigem às secretarias dos agrupamentos escolares para pedir o PAPEL para entregar na papelaria (escolhida por concurso público e posteriormente indicada aos pais pelos serviços administrativos dos agrupamentos) com a finalidade de fazer a reserva dos manuais escolares, a resposta é: - Venha no 1.º dia de aulas porque no caso de alunos com Necessidades Educativas Especiais não posso passar nenhum PAPEL sem a permissão do(a) prof.(a)/director(a)/coordenador(a) da escola;
2.º - No 1.º e 2.º (3.º; 4.º, etc.) dia de aulas enquanto que os alunos estão nas aulas sem livros nem materiais escolares, os pais estão às portas das papelarias (escolhidas por concurso público) uns com o tal PAPEL referido no n.º 1.º e outros sem o tal PAPEL porque entretanto a escola não entregou o PAPEL e os encarregados de educação têm de voltar ao agrupamento para buscar o PAPEL, senão a papelaria não entrega nem manuais, nem material escolar sem o dito PAPEL. Entretanto os encarregados de educação andam tipo yôyô entre os agrupamentos e as papelarias, com sorte depois de andarem para a frente e para trás pode ser que ainda hajam manuais e materiais escolares para as suas crianças (daqui a uns dias vamos começar a ouvir, nos meios de comunicação social, que os alunos estão levando faltas por falta de manuais e materiais escolares);
3.º - Quanto ao valor (em € referenciado no PAPEL referido no ponto n.º 1 e 2) do SASE por aluno no escalão A tenho a dizer que há escolas que decidem ser de 70€ e outras de 75€ (haverá mais modalidades dentro de um único escalão?) ;
4.º - Há alunos que recebem por parte das escolas alguns manuais escolares usados e as escolas descontam o valor desses livros usados ao valor do actual S.A.S.E., o que me leva à seguinte questão: - Em termos contabilisticos das escolas/agrupamentos como é que um único livro pode ser comprado pela escola (SASE) duas vezes (no espaço temporal de 2 anos lectivos) , porque 2 vezes é descontado do valor do S.A.S.E. atribuído (e de direito) a cada aluno?
5.º - Há encarregados de educação, cujos filhos têm direito a SASE, que recebem manuais escolares usados (das escolas) todos escritos a caneta por dentro (o que prova que os responsáveis pela gestão de manuais usados não abrem os livros para ver em que condições estão) e que acabam por ser obrigados a comprar do seu parco bolso um livro novo na papelaria porque entretanto o valor do livro usado foi descontado do valor atribuído pelo SASE.
Eu pessoalmento acho que os manuais escolares não deviam de ter espaços com questões para serem respondidas dentro do manual (para isso existem livros de fichas) e muito menos concordo que aos alunos com direito a SASE, no escalão A (e B), seja recomendado aos pais que ao longo do ano tirem fotocópias dos manuais para que as crianças possam responder às questões de modo a deixarem os mesmos em bom estado, que discriminação é esta? Acham que as crianças não têm sensibilidade? O que pensará uma criança que olha para o lado e vê o colega escrevendo no manual que os pais compraram (porque podem) e ela não pode?
1.º - Quando na 1.ª semana de Setembro (porque antes não vale a pena) os encarregados de educação se dirigem às secretarias dos agrupamentos escolares para pedir o PAPEL para entregar na papelaria (escolhida por concurso público e posteriormente indicada aos pais pelos serviços administrativos dos agrupamentos) com a finalidade de fazer a reserva dos manuais escolares, a resposta é: - Venha no 1.º dia de aulas porque no caso de alunos com Necessidades Educativas Especiais não posso passar nenhum PAPEL sem a permissão do(a) prof.(a)/director(a)/coordenador(a) da escola;
2.º - No 1.º e 2.º (3.º; 4.º, etc.) dia de aulas enquanto que os alunos estão nas aulas sem livros nem materiais escolares, os pais estão às portas das papelarias (escolhidas por concurso público) uns com o tal PAPEL referido no n.º 1.º e outros sem o tal PAPEL porque entretanto a escola não entregou o PAPEL e os encarregados de educação têm de voltar ao agrupamento para buscar o PAPEL, senão a papelaria não entrega nem manuais, nem material escolar sem o dito PAPEL. Entretanto os encarregados de educação andam tipo yôyô entre os agrupamentos e as papelarias, com sorte depois de andarem para a frente e para trás pode ser que ainda hajam manuais e materiais escolares para as suas crianças (daqui a uns dias vamos começar a ouvir, nos meios de comunicação social, que os alunos estão levando faltas por falta de manuais e materiais escolares);
3.º - Quanto ao valor (em € referenciado no PAPEL referido no ponto n.º 1 e 2) do SASE por aluno no escalão A tenho a dizer que há escolas que decidem ser de 70€ e outras de 75€ (haverá mais modalidades dentro de um único escalão?) ;
4.º - Há alunos que recebem por parte das escolas alguns manuais escolares usados e as escolas descontam o valor desses livros usados ao valor do actual S.A.S.E., o que me leva à seguinte questão: - Em termos contabilisticos das escolas/agrupamentos como é que um único livro pode ser comprado pela escola (SASE) duas vezes (no espaço temporal de 2 anos lectivos) , porque 2 vezes é descontado do valor do S.A.S.E. atribuído (e de direito) a cada aluno?
5.º - Há encarregados de educação, cujos filhos têm direito a SASE, que recebem manuais escolares usados (das escolas) todos escritos a caneta por dentro (o que prova que os responsáveis pela gestão de manuais usados não abrem os livros para ver em que condições estão) e que acabam por ser obrigados a comprar do seu parco bolso um livro novo na papelaria porque entretanto o valor do livro usado foi descontado do valor atribuído pelo SASE.
Eu pessoalmento acho que os manuais escolares não deviam de ter espaços com questões para serem respondidas dentro do manual (para isso existem livros de fichas) e muito menos concordo que aos alunos com direito a SASE, no escalão A (e B), seja recomendado aos pais que ao longo do ano tirem fotocópias dos manuais para que as crianças possam responder às questões de modo a deixarem os mesmos em bom estado, que discriminação é esta? Acham que as crianças não têm sensibilidade? O que pensará uma criança que olha para o lado e vê o colega escrevendo no manual que os pais compraram (porque podem) e ela não pode?
6.º - O valor atribuido pelo SASE é insuficiente, assim os pais carenciados economicamente acabam por ter de comprar materiais escolares e pagam IVA a 23%, porquê?
SE A EDUCAÇÃO É IMPORTANTE PARA TODOS (independentemente do nível económico de cada um) PORQUE RAZÃO OS MATERIAIS ESCOLARES TÊM UMA CARGA DE 23% DE IVA??? Porque razão um simples lápis de carvão, uma caneta ou uma borracha têm uma carga tributária destas???
Será que os S.A.S.E. também pagam IVA às papelarias ?As minhas SOLUÇÕES para alunos com SASE:
Se as escolas/agrupamentos encomendassem os manuais e materiais escolares directamente às editoras e aos fornecedores e os colocassem nas carteiras de escolas dos alunos logo no primeiro dia de aulas, evitava tanta cena triste e decerto que a despesa do estado baixaria porque os livros e materiais seriam mais baratos, para além disso, neste caso do SASE as escolas/agrupamentos deviam de ter isenção de IVA. Quanto ao SASE excedente (quando aos alunos são dados manuais escolares usados) acho que o valor deste devia transitar (numa conta escolar ou cartão escolar ou processo escolar do aluno) para o ano seguinte, assim talvez nos próximos anos as universidades venham a ter novamente mais alunos.
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domingo, agosto 31, 2014
Save Algarve, Portugal from gas and oïl drilling. In Portugal we need to continue developing clean and green energies and to have a quality tourism
Please share :
Luz, from where Maddie McCann disappeared, belongs to the municipality of Lagos in the Barlavento, region of the Algarve, in southern Portugal. and «Praia da Rocha (English: "Rock Beach") is the beach and built up area on the Atlantic Ocean which is also on the southern section (Barlavento) of the municipality/concelho of Portimão, Algarve, Portugal.
Have a look to municipalities that exist in the Algarve, you can confirm that the municipality of Lagos (where there is Praia da Luz) and Portimão (where there is Praia da Rocha) are next to each other
http://www.merceariabio.pt/imagens/entregas/mapa_algarve.jpg
Suggestion:
Now that Atlantic ocean currents warmed Algarvian water's I suggest you all a "nice" yacht promenade and a sunbath on Praia da Rocha coast by the "oil and gas extraction" (?!?) platform which is allready there without natives and residents consentiment or information about all the details of the activity.
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10203348301721200&set=gm.973814922635467&type=1&theater
Portuguese population as no knowledge about:
benefits or curses that the project may result in as for the present or future population or ecosystem; licenses; what kind of insurance against all risks are being done; % for a public fund incoming from the activity.
Unfortunately till now any popular referendum was been done in order to know what is the will of the Portuguese and European people (especially those who are in favor of green and clean energies and those that live in here) about this subject.
Please help us (ASMAA, Algarve Surf And Marine Activities association) by donating, «We need to raise 1000 Euros by 5 September 2014 to be able to mount another wave of awareness about the risk of oil and gas exploration for the Algarve in September – this will help us to pay printers for campaign materials, travelling, telephone call charges, etc.» and by signing the petition "SAVE THE ALGARVE FROM OIL AND GAS EXPLORATION" link:
http://www.change.org/p/say-no-to-oil-rigs-in-the-algarve-diz-n%C3%A3o-%C3%A0s-plataformas-de-petr%C3%B3leo-no-algarve
Fore More information about this, link:
http://asmaa-algarve.org/index.php/en/blog/offshore-oil-and-gas/oh-no-a-jack-up-support-platform-seen-from-praia-da-rocha-in-portimao
Thank you.
----------------------------------------------------------------
On the 29 August 2014 at 9:10 a.m
At Desidério Jorge Silva , tourism president of Algarve, facebook profile in a public photo , where he thanks all of us for helping making the Algarve the biggest holiday destination in the country, I asked a few questions:
.
« What is happening on the sea in front of Praia da Rocha?
Is this the birth of a platform for exploration of oil and gas in the Algarve?
By the way did you already:
- Elucidated the population about the pros and cons of a kind of exploration of these and the economic benefits that this poses for the public purse?
- questioned the population whether or not about if they want or not want these type of energy production?
- Informed the residents about the possible environmental impacts? »
Desidério Jorge Silva, tourism president of Algarve, did not answer to my question , instead José Casimiro answered to it asking me to not say nonsense things and that the platform is a machine that is collecting sand to put it in the neediest beaches and also commented that these kind of comments may compromise the Algarve and particularly Portimão
You can read the details (in Portuguese) at next link (note: as soon as the link opens you can press in the left side of the mouse in order to see a big image as well as readable letters.
Thanks
https://db.tt/yAdeIbvw
No fb (ainda sobre o assunto da hiperligação anterior) Laurinda Seabra respondeu (+- às 19:53hrs. de dia 31 de Agosto de 2014) ao comentário de José Casimiro:
«A draga que esta agora no algarve e um barco que esta em Albufeira chamado "Fraga R" e que estara aqui por mais uma semana pelo menos a por areia em 6 praias entre Lagoa e Albufeira.
...esta na fotografia, e um jack-up plataforma que esta em Portimao entre a Praia da Rocha e a Praia do Vau que tambem e usada para abrir canais no chao do mar para por linhas de comunicacao, electricos, tubos de gas, tambem sao usadas para por as "wind turbines" no mar, para manter material, para cozinhas, etc ... e uma plataforma de apoio a operacoes offshores com funcoes multiplas.
Ha muitas delas algumas do mesmo tamalho, outras maiores e mais sofisticadas.
A capitania de Portimao ja nos disse que esta plataforma esta de passagem e que solicitou fundeadouro em Portimão. Mas ainda estamos a espera de resposta quantos dias e que vai ficar aqui, e qual o destino?
De qualquer maneira nao e um "site" que queremos ver aqui no Algarve nem o turismo na nossa opiniao. Mas vai ser o que vamos ter se ninguem se levantar contra esta situacao.»
Luz, from where Maddie McCann disappeared, belongs to the municipality of Lagos in the Barlavento, region of the Algarve, in southern Portugal. and «Praia da Rocha (English: "Rock Beach") is the beach and built up area on the Atlantic Ocean which is also on the southern section (Barlavento) of the municipality/concelho of Portimão, Algarve, Portugal.
Have a look to municipalities that exist in the Algarve, you can confirm that the municipality of Lagos (where there is Praia da Luz) and Portimão (where there is Praia da Rocha) are next to each other
http://www.merceariabio.pt/imagens/entregas/mapa_algarve.jpg
Suggestion:
Now that Atlantic ocean currents warmed Algarvian water's I suggest you all a "nice" yacht promenade and a sunbath on Praia da Rocha coast by the "oil and gas extraction" (?!?) platform which is allready there without natives and residents consentiment or information about all the details of the activity.
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10203348301721200&set=gm.973814922635467&type=1&theater
Portuguese population as no knowledge about:
benefits or curses that the project may result in as for the present or future population or ecosystem; licenses; what kind of insurance against all risks are being done; % for a public fund incoming from the activity.
Unfortunately till now any popular referendum was been done in order to know what is the will of the Portuguese and European people (especially those who are in favor of green and clean energies and those that live in here) about this subject.
Please help us (ASMAA, Algarve Surf And Marine Activities association) by donating, «We need to raise 1000 Euros by 5 September 2014 to be able to mount another wave of awareness about the risk of oil and gas exploration for the Algarve in September – this will help us to pay printers for campaign materials, travelling, telephone call charges, etc.» and by signing the petition "SAVE THE ALGARVE FROM OIL AND GAS EXPLORATION" link:
http://www.change.org/p/say-no-to-oil-rigs-in-the-algarve-diz-n%C3%A3o-%C3%A0s-plataformas-de-petr%C3%B3leo-no-algarve
Fore More information about this, link:
http://asmaa-algarve.org/index.php/en/blog/offshore-oil-and-gas/oh-no-a-jack-up-support-platform-seen-from-praia-da-rocha-in-portimao
Thank you.
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On the 29 August 2014 at 9:10 a.m
At Desidério Jorge Silva , tourism president of Algarve, facebook profile in a public photo , where he thanks all of us for helping making the Algarve the biggest holiday destination in the country, I asked a few questions:
.
« What is happening on the sea in front of Praia da Rocha?
Is this the birth of a platform for exploration of oil and gas in the Algarve?
By the way did you already:
- Elucidated the population about the pros and cons of a kind of exploration of these and the economic benefits that this poses for the public purse?
- questioned the population whether or not about if they want or not want these type of energy production?
- Informed the residents about the possible environmental impacts? »
Desidério Jorge Silva, tourism president of Algarve, did not answer to my question , instead José Casimiro answered to it asking me to not say nonsense things and that the platform is a machine that is collecting sand to put it in the neediest beaches and also commented that these kind of comments may compromise the Algarve and particularly Portimão
You can read the details (in Portuguese) at next link (note: as soon as the link opens you can press in the left side of the mouse in order to see a big image as well as readable letters.
Thanks
https://db.tt/yAdeIbvw
No fb (ainda sobre o assunto da hiperligação anterior) Laurinda Seabra respondeu (+- às 19:53hrs. de dia 31 de Agosto de 2014) ao comentário de José Casimiro:
«A draga que esta agora no algarve e um barco que esta em Albufeira chamado "Fraga R" e que estara aqui por mais uma semana pelo menos a por areia em 6 praias entre Lagoa e Albufeira.
...esta na fotografia, e um jack-up plataforma que esta em Portimao entre a Praia da Rocha e a Praia do Vau que tambem e usada para abrir canais no chao do mar para por linhas de comunicacao, electricos, tubos de gas, tambem sao usadas para por as "wind turbines" no mar, para manter material, para cozinhas, etc ... e uma plataforma de apoio a operacoes offshores com funcoes multiplas.
Ha muitas delas algumas do mesmo tamalho, outras maiores e mais sofisticadas.
A capitania de Portimao ja nos disse que esta plataforma esta de passagem e que solicitou fundeadouro em Portimão. Mas ainda estamos a espera de resposta quantos dias e que vai ficar aqui, e qual o destino?
De qualquer maneira nao e um "site" que queremos ver aqui no Algarve nem o turismo na nossa opiniao. Mas vai ser o que vamos ter se ninguem se levantar contra esta situacao.»
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sexta-feira, agosto 29, 2014
Será isto o inicio da exploração de gás e petróleo no Algarve?
O que está acontecendo no mar em frente da Praia da Rocha, concelho de Portimão, Algarve, Portugal?
Será isto é o nascimento de uma plataforma de exploração de gás e petróleo no Algarve?
Por mero acaso já:
- elucidaram a população acerca dos prós e contras de um tipo de exploração destas e dos benefícios económicos que daí advém em prol do erário público?
- questionaram a população se quer ou não este tipo de exploração energética?
- informaram os habitantes acerca dos possíveis impactes ambientais?
«Offshore
support Jack-up vessel. Can be used for various activities, including
cargo, stores, accomodation, drenching, deep sea equipment, surveys, etc
... the question I have is what is it doing outside Portimao (Praia da
Rocha) since the 27 August 2014?»
LET'S SAVE THE ALGARVE FROM OIL AND GAS EXPLORATION?
ok, so to sign the petition you just have to enter on the link below
VAMOS SALVAR O ALGARVE DA EXPLORAÇÃO DE GÁS E PETRÓLEO?
OK, então assine a petição/abaixo assinado que está na seguinte hiperligação:
http://www.change.org/p/say-no-to-oil-rigs-in-the-algarve-diz-n%C3%A3o-%C3%A0s-plataformas-de-petr%C3%B3leo-no-algarve
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Eu digo não à Exploração de Petróleo e Gás Natural,
Incógnitas,
os ignorados,
Petição,
Praia da Rocha,
vontade popular
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domingo, maio 25, 2014
Portugal - European Parliament Election 2014 - Eleições Europeias 2014 - Élections européennes 2014 - EU-Wahl 2014
Once
again the
word Abstention does not appear
on the ballot paper.
Uma vez mais a palavra Abstenção não aparece no boletim de voto.
Une fois de plus le mot Abstention ne figure pas sur le bulletin de vote.
Wieder einmal das Wort Enthaltung ist nicht auf dem Stimmzettel.
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Abstention is a solution.
Abstention is red card to all that have been in power.
At the stage of Hondt method results clearance, abstention should serve to take votes from the most voted parties and add them in favour of the less voted ones... (ie similar to what has been happening with blank and null votes which favor the most voted parties and weaken the least voted)
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A abstenção é solução.
A abstenção é um cartão vermelho passado a quem tem estado no poder.
Na fase do apuramento de resultados, do método d’Hondt, a abstenção devia servir para retirar votos aos partidos que receberam mais votos e acrescentá-los a favor dos partidos que receberam menos votos... (isto à semelhança do que tem vindo a acontecer com os votos em branco e os votos nulos que favorecem os mais votados e enfraquecem os menos votados)
A abstenção é um cartão vermelho passado a quem tem estado no poder.
Na fase do apuramento de resultados, do método d’Hondt, a abstenção devia servir para retirar votos aos partidos que receberam mais votos e acrescentá-los a favor dos partidos que receberam menos votos... (isto à semelhança do que tem vindo a acontecer com os votos em branco e os votos nulos que favorecem os mais votados e enfraquecem os menos votados)
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L'abstention
est une solution.
L'abstention est un carton rouge à tous ceux qui ont été au pouvoir.
Au stage du dégagement
de résultats de la méthode d'Hondt,
l'abstention devrait servir à retirer des votes des partis les plus votés et
les ajouter en faveur des moins voté ... (c'est similaire à ce qui se passe avec
des votes blancs et nuls qui favorisent les parties le plus voté et affaiblissent le moins voté)
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#europeanelections
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segunda-feira, maio 19, 2014
European elections 2014 / Eleições Europeias 2014
Abstentionnists should have fully right to their secret ballot in all elections as the rest of the all voters.
At the stage of votes counting and seats distribution abstention votes should favour the smallest parties over the largest parties, it would be fair because until now the "famous" Hondt method simple ignores the abstention voters, which proves that these actual system of votes distribution is not a truly proportional method because it just favour the largest parties over the smallest.
Another solution could be that the abstention votes should decrease the seats of power.
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Os abstencionistas deviam de ter pleno direito ao voto secreto, tal como todos os outros cidadãos eleitores têm.
Na fase do apuramento dos resultados os votos na abstenção deviam de tirar votos aos partidos da maioria e acrescentá-los aos partidos da minoria , seria justo já que até à data na fase do apuramento dos resultados (do "célebre" método de hondt) grande parte dos votos nos partidos eleitos em minoria revertem sempre a favor dos eleitos "maioritariamente"
Outra solução poderia ser a dos votos dos abstencionistas presenciais diminuírem lugares de poder.
At the stage of votes counting and seats distribution abstention votes should favour the smallest parties over the largest parties, it would be fair because until now the "famous" Hondt method simple ignores the abstention voters, which proves that these actual system of votes distribution is not a truly proportional method because it just favour the largest parties over the smallest.
Another solution could be that the abstention votes should decrease the seats of power.
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Os abstencionistas deviam de ter pleno direito ao voto secreto, tal como todos os outros cidadãos eleitores têm.
Na fase do apuramento dos resultados os votos na abstenção deviam de tirar votos aos partidos da maioria e acrescentá-los aos partidos da minoria , seria justo já que até à data na fase do apuramento dos resultados (do "célebre" método de hondt) grande parte dos votos nos partidos eleitos em minoria revertem sempre a favor dos eleitos "maioritariamente"
Outra solução poderia ser a dos votos dos abstencionistas presenciais diminuírem lugares de poder.
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terça-feira, abril 15, 2014
TRIBUTAÇÃO ESTATAL
Garantiram que "Não haverá aumento de impostos em 2015", óptimo.
Será que vão continuar a aplicar impostos sobre taxas como têm estado habituados a fazer?
Já agora tenho um questão para o sr. Luís Marques Guedes, actual ministro da Presidência como também para a actual ministra das finanças, Maria Luís Albuquerque, que é a seguinte:
- QUAL É O DIPLOMA LEGISLATIVO QUE LEGALIZA A APLICAÇÃO DE IMPOSTO SOBRE TAXA?
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taxas
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segunda-feira, fevereiro 24, 2014
Up to 6 months Algarve coast will have oil and gas exploration platforms / Plataformas de petróleo e gás na costa Algarvia daqui a 6 meses
In less
than six months Algarve
coast will be taken by oil and gas exploration platforms.
Where is the study on environmental impact and public health?
Nobody informed the citizens about this matter, the pros and cons of an exploration of these dimensions.
Is there is anybody concerned about the real tectonic structures under the sea; the several seismic active faults or the possibility of a tsunami?
Sign the petition at uper link:
http://www.change.org/petitions/say-no-to-oil-rigs-in-the-algarve-diz-n%C3%A3o-%C3%A0s-plataformas-de-petr%C3%B3leo-no-algarve?utm_source=supporter_message&utm_medium=email&utm_campaign=petition_message_notice
Details link:
http://www.asmaa-algarve.org/index.php/en/
Where is the study on environmental impact and public health?
Nobody informed the citizens about this matter, the pros and cons of an exploration of these dimensions.
Is there is anybody concerned about the real tectonic structures under the sea; the several seismic active faults or the possibility of a tsunami?
Sign the petition at uper link:
http://www.change.org/petitions/say-no-to-oil-rigs-in-the-algarve-diz-n%C3%A3o-%C3%A0s-plataformas-de-petr%C3%B3leo-no-algarve?utm_source=supporter_message&utm_medium=email&utm_campaign=petition_message_notice
Details link:
http://www.asmaa-algarve.org/index.php/en/
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Daqui a menos de seis meses a costa Algarvia será tomada por plataformas de exploração de petróleo e gás.
Onde está o estudo sobre impacto ambiental e saúde pública?
Ninguém informou os cidadãos de nada, nem dos prós ou contras de uma exploração destas dimensões.
Alguém está preocupado com as estruturas tectónicas existentes no mar e as várias falhas sísmicas activas ou com a possibilidade de tsunami?
Assine a petição na seguinte hiperligação:
http://www.change.org/petitions/say-no-to-oil-rigs-in-the-algarve-diz-n%C3%A3o-%C3%A0s-plataformas-de-petr%C3%B3leo-no-algarve?utm_source=supporter_message&utm_medium=email&utm_campaign=petition_message_notice
Mais informação em:
http://www.asmaa-algarve.org/index.php/en/
Onde está o estudo sobre impacto ambiental e saúde pública?
Ninguém informou os cidadãos de nada, nem dos prós ou contras de uma exploração destas dimensões.
Alguém está preocupado com as estruturas tectónicas existentes no mar e as várias falhas sísmicas activas ou com a possibilidade de tsunami?
Assine a petição na seguinte hiperligação:
http://www.change.org/petitions/say-no-to-oil-rigs-in-the-algarve-diz-n%C3%A3o-%C3%A0s-plataformas-de-petr%C3%B3leo-no-algarve?utm_source=supporter_message&utm_medium=email&utm_campaign=petition_message_notice
Mais informação em:
http://www.asmaa-algarve.org/index.php/en/
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quinta-feira, fevereiro 13, 2014
CARTA ABERTA ao actual Provedor de Justiça de Portugal, Professor Doutor José de Faria Costa:
O levantamento feito pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa relativamente aos sem-abrigo devia ser
feito a nível Nacional (Portugal Continental e ilhas adjacentes).
Compreendo
a situação dos 45,2% de sem-abrigo que são
pessoas doentes acredito que sejam cidadãos em idade activa, desempregados de
longa duração, acredito que são pessoas que não têm, nunca tiveram ou deixaram
de ter uma retaguarda familiar. O apoio da família e dos amigos é importante
nas situações em que as pessoas estão a receber o parco subsidio e ainda mais
importante é quando deixam de receber o subsídio subsquencial de desemprego e
estão com problemas de saúde. Para além disso, estas pessoas só podem pedir o
R.S.I. um mês e meio após o terminus do subsidio subsquencial de desemprego, o
que quer dizer que se o RSI for deferido têm de esperar mais ou menos 3,5 meses
até receberem o dito apoio por parte da Segurança Social Portuguesa. Em todo o
caso é ridículo que pessoas doentes recorram ao RSI, quanto muito deviam
recorrer à pensão de invalidez relativa até que a sua condição física ou
intelectual se restabeleça nas devidas condições.
Dou o meu exemplo:
Felizmente até agora ainda não caí na situação de sem-abrigo que
dorme nas ruas, a minha família ajuda mas, só até certo ponto, porque o governo
tem feito o favor de cortar na reforma da sra. minha mãe, a qual, tem 3 filhos
desempregados a quem apoia dentro da medida do possível porque também ela tem
as suas contas. Uma outra pessoa da família também ajuda mas, como lhe cortam
no vencimento, também faz o que pode.
Eu voltei ao “estatuto” de desempregada (INVOLUNTÁRIA, no sentido
em que na minha vida só conheci uma modalidade de contratos de trabalho, os a
termo certo...) de longa duração (pela 2.ª vez na minha vida) desde Abril do
ano de 2009.
Comecei com problemas de saúde, com dores praticamente diárias no
membro inferior esquerdo desde o ano de 2008 (antes só tinha dores no inverno,
diziam que era a ciática). Aproveitei as últimas férias de trabalho para ir ao
médico de família queixar-me do meu sofrimento corporal e das minhas
dificuldades para fazer coisas normais como por exemplo andar, lavar a loiça,
etc. mandou-me fazer uns exames, receitou-me medicamentos e mais nada. Quando
estava de férias recebo uma carta da E.M. (empresa municipalizada) de não
renovação do contrato, para além disso, deram-se ao luxo de me retirar de
funções nos últimos 15 dias de trabalho, antes do fim do contrato. Tentei
defender-me junto de organismos competentes, as portas fecharam-se porque o meu
estatuto dentro da empresa não era nem de funcionária pública nem de empregada
do privado.
Pela 2.ª vez na minha vida fui atirada para o desemprego.
A minha situação de saúde foi-se agudizando, as dores físicas começaram a tornar a minha existência dolorosa, as tarefas rotineiras domésticas um pesadelo. O médico de família passava medicamentos, alguns não tomei por me fazerem mal, assim levei anos e anos a tomar Ibuprofeno e paracetamol (entre outros) quando as dores eram mais fortes.
Após exames imagiológicos finalmente consegui no ano de 2012 uma
consulta de ortopedia no H.D. de Faro. No dia 21 de Novembro de 2012 a Dra. ortopedista pediu
um parecer médico ao serviço de consulta externa de neurocirurgia. Passado um
ano fui ao Hospital perguntar quanto tempo demorava o parecer médico, ao que me
disseram que o processo de triagem era feito por uma enfermeira (sem eu ter lá
estado presente) e que tinha de esperar porque havia uma lista de espera de 500
e tal pessoas.
As dores de facto não se vêem e ao que parece não há aparelhómetros que meçam as dores ou a capacidade das pessoas para as aguentar. Os outros hospitais (de Santa Maria de Lisboa ou o da Universidade de Coimbra) só me poderiam ver na especialidade de neurocirurgia caso o Hospital de Faro fizesse o pedido.
Vendo barreiras e bloqueios a todos os níveis para me tratar
resolvi então fazer uma colecta junto da família e fui a uma clínica privada
para a consulta de neurocirurgia, paguei 80€ e por artes mágicas
("felizmente" que existe esta espécie de magia) lá consegui a
primeira consulta no Hospital público. Fiquei contente, senti como se tivesse
sido a minha primeira batalha no sentido de resolver a minha situação.
Enquanto desempregada subsidiada, resolvi meter baixa médica, e
assim acabei um dia na Seg. Social numa comissão de verificação (junta médica)
do «Sistema de verificação de incapacidade Temporária» (que eu pensava que era
por causa do meu pedido de pensão de invalidez relativa, enganei-me!), no
gabinete de um médico que disse estar lá a trabalhar a feijões, o sr. dr. lá
deu o seu aval, reconheceu que eu estava realmente com incapacidade para o
trabalho ou seja que subsistia a incapacidade temporária para o trabalho (data
da comunicação da deliberação a 07 de Janeiro de 2014).
Uns meses antes do subsídio subsequencial acabar, mais
precisamente no mês de Agosto de 2013 requeri junto do Centro distrital
da Seg. Social de Faro pensão de invalidez relativa (inclusive referi o tipo de
pensão que pretendia no campo existente na 1.ª página do modelo n.º CNP-10-V01
referente ao Requerimento de Pensão de Invalidez) para me dar tempo (porque os
4 anos e meio de desemprego subsidiado foram insuficientes para o SNS me ajudar a
resolver a ultrapassar e tratar do meu problema de saúde) para ser tratada até
ficar capaz para procurar trabalho e para trabalhar.
A pensão de invalidez relativa foi recusada pela «Comissão de Verificação de Incapacidades Permanentes» em meados de Outubro de 2013.
A pensão de invalidez relativa foi recusada pela «Comissão de Verificação de Incapacidades Permanentes» em meados de Outubro de 2013.
Actualmente continuo a ser tratada em fisioterapia (já o estava a
ser antes da infiltração, na coluna vertebral, que não resultou), tenho 2 exames
imagiologicos a fazer em Julho de 2014, precisamente no mesmo dia da consulta
que decorrerá no fim desse mês nas consultas externas do H.D. de Faro.
Fiz novo pedido à Segurança social para nova junta médica (solicitei um exame de recurso por insuficiência económica, por estar em situação de desemprego), necessitava assim de uma reavaliação mas, a Seg. Social fez questão de me mandar enquanto doente em processo de tratamento (e desempregada de longa duração não subsidiada a partir de 15 de Janeiro de 2014) para uma «comissão de recurso» do «sistema de verificação de incapacidade Permanente» uma vez mais, tal como o havia já feito em Outubro de 2013. No dia da dita verificação fiz questão de referir que a minha incapacidade é temporária e que não compreendia porque razão me estavam sujeitando a uma Comissão de verificação de incapacidade Permanente, eles disseram que era assim.
Há poucos dias (dia 6 de Fevereiro) recebi a resposta do sistema
de verificação de incapacidades (informação adicional: o meu médico e
fisioterapeuta dizem que eu tenho uma lombociatalgia incapacitante, degeneração
óssea na coluna e que não posso fazer esforços...) onde consta mais ou menos o
seguinte: «Pedido de reembolso de despesas de exame médico... 25,83€... Nota de
Reembolso» sem número atribuído e se não pagar terei direito a cobrança coerciva
e feita nos tribunais de execução fiscal... ah e os «Fundamentos para o reembolso:
Ter sido desfavorável a deliberação da Comissão de Recurso (alínea a) do artigo
73.º do Decreto-Lei n.º360/97, de 17 de Dezembro).
Resumindo:
Resumindo:
- Enquanto de baixa médica por doença natural e sendo subsidiada
tenho "direito" a junta médica por parte do «Sistema de
verificação de incapacidade Temporária», o qual, é aceite (na deliberação médica referem que «Subsiste a incapacidade temporária para o trabalho do beneficiário» e o médico adiantou que a mesma só serve para efeitos de apresentação no I.E.F.P. de Faro caso estes exigissem prova da minha presença na dita consulta) e continuo a poder
receber o subsidio subsequencial de desemprego em vez de subsidio de doença ou pensão de invalidez relativa;
- Enquanto de baixa médica, em tratamento e sem subsidio (nem meios de subsistência na doença e no desemprego de longa duração), após pedido de reavaliação da minha incapacidade, tenho direito a junta médica por parte do «Sistema de verificação de Incapacidade Permanente» (relembro que o meu pedido de pensão de invalidez inicial foi feito, enquanto desempregada de longa duração subsidiada com subsidio subsequencial de desemprego, para pensão de invalidez relativa)
- Enquanto de baixa médica, em tratamento e sem subsidio (nem meios de subsistência na doença e no desemprego de longa duração), após pedido de reavaliação da minha incapacidade, tenho direito a junta médica por parte do «Sistema de verificação de Incapacidade Permanente» (relembro que o meu pedido de pensão de invalidez inicial foi feito, enquanto desempregada de longa duração subsidiada com subsidio subsequencial de desemprego, para pensão de invalidez relativa)
Eu, por incapacidade económica e sendo mãe de família estou isenta de pagamentos de taxas moderadoras (graças a Deus, ao menos valha-me isso) mas, no Centro Distrital da Seg. Social de Faro para além da desumanidade de não reconhecerem que tenho efectivamente um problema de saúde e que estou passando por um processo de tratamentos médicos que até agora não me têm dado melhoras significativas... ainda me vêem cobrar por uma consulta feita (por uma comissão de verificação de incapacidade permanente em vez de temporária) em cima dos joelhos por médicos que provavelmente não são da especialidade nem de neurocirurgia, nem de ortopedia, nem de fisioterapia... provavelmente serão médicos de clínica geral (digo eu!) que se dispõem a trabalhar para a Segurança social a troco de feijões (como o outro médico referiu quando lá fui, enquanto desempregada de longa duração subsidiada, à Comissão de verificação do «Sistema de Verificação de incapacidade temporária» no dia 07 de Janeiro de 2014)
Só posso concluir que não é para admirar que no que toca à parte
das pensões da seg. Social haja um superavit
(ouvi-o na TV um dia destes) , principalmente quando as notas de reembolso (como
a que me enviaram, datada a 6 Fevereiro de 2014, com o n.º de expedição 16703) não
têm número e também quando as pessoas (como eu) pedem "pensão de invalidez
relativa" e não "pensão de invalidez Permanente", pelo menos a Seg.
Social devia ter a sensatez de nestes casos ter um sistema de verificação de
incapacidade temporária e não permanente.
Eu tenho 50 anos e estou viva, lutando
sempre pela vida e pelo meu (e dos meus) bem estar físico e psicológico dentro
das minhas possibilidades...
Compreendo a agonia dos sem-abrigo doentes, creio que são cidadãos que foram bloqueados:
Compreendo a agonia dos sem-abrigo doentes, creio que são cidadãos que foram bloqueados:
-no seu direito de contestar as condições
laborais ou de serem defendidos pela justiça enquanto cidadãos com direito a um
trabalho digno e direito a defesa no que toca a abusos que infelizmente se têm
vindo a generalizar nas entidades patronais (públicas e privadas);
- no seu direito de ser tratados e
apoiados convenientemente.
Eu quanto a mim, neste momento só posso
dizer o seguinte:
Nunca imaginei que a minha vida num País
que deixou de ser de 3.º Mundo desde a adesão à CEE (actual UE) chegasse a um
ponto destes e que tivesse de pedir ajuda às Cáritas Portuguesa (à semelhança
do que fizeram os Portugueses há uns anos atrás quando vieram das ex-colónias
com uma mão à frente e outra atrás) , a qual, também está em dificuldades e
depende do apoio e boa vontade (ou não) da
Segurança Social Portuguesa (que digamos não age de boa fé).
Quando V/Exa. quiser poderei fornecer-lhe
todos os documentos que comprovam o que aqui foi escrito. Faço saber que torno
pública esta comunicação que estou enviando via V/ site www.provedor-jus.pt no
meu Blog pessoal (claro está que os meus dados de identificação pessoal ficam
entre mim e o sr. Provedor).
Bem haja a todos os que lutam por um
Portugal decente e evoluído.
Francisca Palma
Nota adicional:
Entre os sem-abrigo estudados pela Santa Casa da Misericórdia seria bom saber quantos fizeram acções de formação do género abaixo referido.
Adianto que é triste o que o IEFP anda a fazer servem-se da carência económica dos cidadãos desempregados mandam-nos fazer cursos profissionais:
- Uns de curta duração (por exemplo de 2 meses) em que só lhes pagam o subsidio de refeição e o passe de autocarro no fim do curso.
- Quanto aos cursos de um ano continuam com a gracinha de descontar o dinheiro da bolsa de formação do subsidio de desemprego (dizem que tem a ver com o Despacho Normativo n.º 6/2013).
Deviam de ter vergonha. Continuam a brincar com o dinheiro do FSE às formações profissionais que para nada servem ou que no fim não dão emprego a ninguém, utilizam mil e uma estratégias, uma delas é mandar as pessoas fazer os tais pequenos cursos fora das instalações dos centros de formação profissional (isto está acontecendo em Faro).
Nota adicional:
Entre os sem-abrigo estudados pela Santa Casa da Misericórdia seria bom saber quantos fizeram acções de formação do género abaixo referido.
Adianto que é triste o que o IEFP anda a fazer servem-se da carência económica dos cidadãos desempregados mandam-nos fazer cursos profissionais:
- Uns de curta duração (por exemplo de 2 meses) em que só lhes pagam o subsidio de refeição e o passe de autocarro no fim do curso.
- Quanto aos cursos de um ano continuam com a gracinha de descontar o dinheiro da bolsa de formação do subsidio de desemprego (dizem que tem a ver com o Despacho Normativo n.º 6/2013).
Deviam de ter vergonha. Continuam a brincar com o dinheiro do FSE às formações profissionais que para nada servem ou que no fim não dão emprego a ninguém, utilizam mil e uma estratégias, uma delas é mandar as pessoas fazer os tais pequenos cursos fora das instalações dos centros de formação profissional (isto está acontecendo em Faro).
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sexta-feira, janeiro 17, 2014
Referendo sobre coadoção e adoção de crianças por casais do mesmo sexo.
No superior interesse das crianças e jovens o referendo sobre coadoção e adoção de crianças por casais do mesmo sexo devia ser feito em contexto escolar a todas as crianças e jovens depois de sessão informativa acerca do assunto.
A questão devia ser feita na 1.ª pessoa como por exemplo:
- Se deixasses de ter pai e mãe aceitarias ser adoptado(a) por casal do mesmo sexo?
Sim
Não
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quarta-feira, dezembro 04, 2013
Cáritas Portugal, "Operation 10 Million Stars" 35% of the funds will go to Syrian people
Operação 10 Milhões de Estrelas – Um Gesto Pela Paz
"Eu vou fazer este gesto pela paz" e na noite de Natal acenderei uma vela pela paz no Mundo.
«... As verbas que resultam desta campanha, reverterão em 65% para as Cáritas Diocesanas, que a aplicarão em projectos destinados a apoiar as famílias portuguesas em situação de carência. Os restantes 35% serão entregues pela Cáritas Portuguesa a um projecto internacional...»
http://www.caritas.pt/site/estrelas/index.php?option=com_content&view=article&id=1:missao&catid=2:missao&Itemid=2
35% das verbas serão para o povo da Síria.
http://www.santuario-fatima.pt/portal/index.php?id=71054
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Operation 10 Million Stars - A Gesture for Peace
"I will make this gesture for peace" and on Christmas Eve I will light a candle for peace in the World
«... 65% of the campaign funds will revert to Diocesan’s Caritas, which apply it on supporting projects for the distress Portuguese families. The remaining 35% will be delivered by Caritas Portuguesa to an international project ... »
Caritas has already decided that 35% of the funds will go to Syrian people.
Link to contact Caritas , by phone, fax or by message:
http://www.caritas.pt/site/estrelas/index.php?option=com_contact&view=contact&id=1&Itemid=7
A refugee remembers Syria, link:
http://www.caritas.org/2013/10/refugee-remembers-syria/
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domingo, novembro 24, 2013
"Sem querer" #Cavaco Silva lixou toda a classe politica
O salário de Presidente da República do Estado Português deixou de existir temporariamente a partir de 2011
Pensem comigo
Vamos partir das seguintes premissas:
- Se «... o Presidente da República decidiu prescindir, a partir de 1 de Janeiro de 2011, do seu vencimento,...»;
- Se «Os vencimentos dos cargos considerados políticos são calculados tendo por base o vencimento do Presidente da República e, em alguns casos, o vencimento dos juízes do Supremo Tribunal de Justiça. »;
- Se a palavra prescindir significa abdicar de algo por vontade própria, isso significa que, desde 2011, o salário de P.R. deixou de existir temporariamente até que novo P.R. assuma o poder e prefira receber salário em vez de reforma.
Concluo:
- Desde 1 de Janeiro de 2011 muitos há que têm vindo a receber vencimentos e abonos mensais indevidamente, O QUE É RECEBIDO INDEVIDAMENTE TEM DE SER DEVOLVIDO, não é?
É tudo uma questão de interpretação e de lógica.
Se Portugal deixou de pagar salário ao P.R. (óptimo, menos essa despesa) por opção dele próprio, que preferiu a(s) reforma(s), então a lei peca por defeito e omissão de um facto , continua permitindo que uma base de cálculo inexistente (temporariamente) continue em vigor. Será que o Tribunal de Contas não sabe interpretar Português? Ou será que o Acordo Ortográfico descaracterizou a língua portuguesa de tal forma que os tribunais passaram a confundir fato com facto e ficaram bloqueados de tal forma que nem contas sabem fazer? Eu que não entendo nada de contas mas posso ensinar qualquer "coisita", dou um exemplo:
Salário actual do Presidente da República Português = 0€ (zero euros)
Base de cálculo para o vencimento do primeiro ministro = 0,75 X 0€ = 0€
Base de cálculo para o abono mensal do primeiro ministro = 0€ X 0,75 X 0,40 = 0€
Em termos de Orçamento do Estado ou mais concretamente em termos contabilísticos: como será que a(s) entidade(s) processadora(s) de vencimentos de cargos políticos faz(em) os cálculos?
Para além dos pagamentos indevidos ainda somos ludibriados à vista de todos, dou dois exemplos:
1.º - Quando a Presidente da Assembleia da República disse que abdicava do salário de Presidente da Assembleia da República em prol da reforma.
Pergunto: - Como poderia ela abdicar de algo que não existe, refiro-me à parte dos 80% do vencimento do PR como também do abono mensal para despesas de representação no valor de 40% do respectivo vencimento ??
2.º - Sabiam que os ex-presidentes de República têm direito a uma subvenção mensal correspondente a 80 % do vencimento do Presidente em exercício? Volto a repetir #Cavaco Silva abdicou do salário de P.R. , logo o P.R. recebe actualmente 0€ (zero euros) de salário. Ora se todas as pensões dos «400 ex-políticos com pensão do Estado» têm por base o cálculo do salário do P.R. isso significa que esta gente toda tem vindo a receber pensões indevidas...
www.tvi24.iol.pt/aa---videos---politica/politicos-tvi24pt-subvencoes-ultimas-noticias-pensao/1291955-5796.html
www.tvi24.iol.pt/aa---videos---politica/politicos-tvi24pt-subvencoes-ultimas-noticias-pensao/1291955-5796.html
Resumindo:
#Cavaco é o único líder (e os juízes do Supremo Tribunal de Justiça também) que não devia de poder abdicar do salário em prol da reforma porque sobre a base salarial do Presidente (e dos juízes do TS.T.J. também) dependem os cálculos de todos os restantes detentores de cargos políticos (e judiciais no caso da base salarial dos juízes do STJ) .
#Cavaco é o único líder (e os juízes do Supremo Tribunal de Justiça também) que não devia de poder abdicar do salário em prol da reforma porque sobre a base salarial do Presidente (e dos juízes do TS.T.J. também) dependem os cálculos de todos os restantes detentores de cargos políticos (e judiciais no caso da base salarial dos juízes do STJ) .
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domingo, outubro 13, 2013
Autárquicas , abstenções e outras soluções... Vamos pensar am conjunto?
Se os abstencionistas presenciais não inserem o boletim de voto nas urnas, visto que, este tipo de voto fica simplesmente registado nas actas das secções de voto, então pós apuramento de resultados seria justo* que o n.º (%) de abstenções presenciais diminuísse lugares de poder aos partidos mais votados.
*seria justo já que o sistema actual (método de hondt) desvaloriza os votos em branco e os votos nulos, no sentido em que, retira votos aos partidos menos votados para os distribuir pelos partidos mais votados, no fim os candidatos "vencedores" assumem o poder "à grande e à francesa", numa assustadora distribuição de "taxos" e "taxinhos", para nós cidadãos fica a parte de lhes enchermos os "taxos" com as nossas "migalhas".
Ou então caso não achem graça ao assunto sempre podem adicionar mais duas linhas nos boletins de voto a partir das próximas eleições. (linK)
«- Abstenção
- Nenhum dos candidatos
...
Escusado será dizer que face a uma nota negativa por parte do eleitorado, novas eleições deviam ser marcadas (a nível local, nacional ou Europeu, dependendo do tipo de acto eleitoral) com nova lista de candidatos, sendo que os candidatos iniciais (os eliminados pela população) não poderiam ocupar lugares de poder público nos próximos anos.»
O que eu acho mesmo incrível é que passados 12 anos da Lei Orgânica nº 1/2001, de 14 de Agosto - Artigo 115º- Modo como vota cada eleitor -... 6—SE O ELEITOR NÃO PRETENDER EXPRESSAR A SUA VONTADE EM RELAÇÃO A ALGUM DOS ÓRGÃOS A ELEGER, ESSE VOTO SERÁ MENCIONADO NA ACTA COMO ABSTENÇÃO, DESDE QUE SOLICITADO PELO ELEITOR), a CNE ainda não tenha tomado providências no sentido de transformar as abstenções presenciais em votos secretos (como todos os outros).
Etiquetas:
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Cidadania,
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