22 outubro, 2009

Os economistas que deitem mão nisto senão os empresários arruinam o povo (que já perdeu o cinto há bastante tempo).

SIM AO AUMENTO DOS SALÁRIOS MAIS BAIXOS PARA O ANO DE 2010.

SALÁRIO MÍNIMO NACIONAL EM 2010 = 1000€

TODOS OS ACTUAIS SALÁRIOS ATÉ 1500€ DEVEM SER AUMENTADOS E OS RESTANTES CONGELADOS DURANTE 2 ANOS.

Os empresários podem arranjar mil e uma desculpas para não aumentarem os salários e até podem alegar que a inflação este ano não aumentou, e daí? Vamos dar uma olhada ao Passado e confirmar como houve anos em que a inflação subiu muito mais do que os salários:

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Resumo
Em Janeiro de 2004, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) situou-se em 2,3%, valor inferior em uma décima de ponto percentual ao registado em Dezembro de 2003.
O IPC registou uma variação mensal nula, uma décima de ponto percentual abaixo do valor observado em Janeiro de 2003. A variação média dos últimos doze meses manteve a tendência de queda pelo sexto mês consecutivo, situando-se, no mês em análise, em 3,1%, duas décimas de ponto percentual abaixo do valor observado em Dezembro de 2003.
O índice de inflação subjacente (índice total excepto produtos alimentares não transformados e energéticos) apresentou uma taxa de variação homóloga de 2,5%, superior à do IPC total, o que não se verificava desde Janeiro de 2003.
O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor português registou um aumento de 2,2% face a Janeiro do ano anterior e uma variação nula em relação ao mês de Dezembro de 2003. A taxa de variação média dos últimos doze meses baixou para 3,1%.

http://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=72298&DESTAQUESmodo=2


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Poder de compra do salário mínimo é inferior ao de 2001
06.11.2006 - 08h26
Por João Manuel Rocha (PÚBLICO)

Os portugueses que em 2001 ganhavam o salário mínimo nacional conseguiam adquirir mais bens e serviços do que os que hoje também recebem como retribuição esse salário.

A evolução é retratada por informação do Eurostat enviada pelo Governo aos parceiros sociais …

Um dos dados que vai estar em cima da mesa é a intenção do Governo de discutir a actualização do salário mínimo - actualmente em 385,90 euros - a um horizonte de três anos. Mas o Executivo ainda não avançou com os valores que pretende ver ser associados a este "instrumento de política salarial e de rendimentos" que encara como um "factor de imunidade à pobreza".

A degradação do salário mínimo nacional é também visível quando se compara a sua evolução com o que se passou em Espanha. Os 390 euros do salário português de 2001 (valor mensal multiplicado por 14 salários), tinham nesse ano um poder de compra semelhante aos 433 euros ganhos nessa altura pelos espanhóis, o que será explicado por um diferente nível de preços nos dois países. Mas a evolução dos anos seguintes mostra um ganho consistente de Espanha, ao passo que Portugal não só cresceu menos como sofreu depois, em 2004, uma grande quebra de que ainda não recuperou e que acentuou ainda uma maior diferença de "paridade de poder de compra".

O assunto interessa a um número significativo de trabalhadores. As informações mais recentes dos quadros de pessoal, relativos a 2004, indicam que 8,7 por cento dos trabalhadores por conta de outrem tinham remunerações de base não superiores ao salário mínimo. E que outros 6,7 por cento recebiam até cinco por cento acima daquele valor.

Medido não no seu valor nominal, mas de forma a comparar o poder de compra, o salário mínimo de Portugal é não só inferior ao de todos os países da União Europeia (UE) a 15 onde existe, mas também ao de Malta e da Eslovénia. É contudo superior aos restantes países da UE, considerando já o próximo alargamento que a alargará a 27 países.

Comparando com a evolução da inflação portuguesa, verifica-se também que o crescimento real do salário mínimo tem vindo a diminuir. Em 2000 evoluiu mais 1,2 por cento do que a inflação, mas nos dois anos seguintes o ganho já se ficou pelos 0,6. Pior foi o que aconteceu em 2003: os preços subiram mais 0,8 por cento do que o salário mínimo. Em 2004 e 2005 a diferença a favor dos salários foi de apenas 0,2 por cento. E 2006 só terá representado um ganho se a inflação for inferior aos 3 por cento de aumento do salário mínimo.

Do lado sindical, a CGTP considera de "elementar justiça" uma subida do salário mínimo para 410 euros em 2007 e uma evolução que atinja os 500 euros em 2010, de forma a recuperar o poder de compra, convergir com países mais desenvolvidos da UE e com o valor estabelecido na Carta Social Europeia, a qual define o princípio de que esta retribuição deve corresponder a 60 por cento da mediana salarial do país (a mediana é a medida central, que separa a metade inferior da metade superior).


http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1275631

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A previsão inscrita pelo governo em meados de Outubro para o valor final da inflação em 2006 foi de 2,5%. Tal como aqui se perspectivou, essa fasquia era já na altura muito inverosímel. Hoje, e apesar da evolução muito favorável dos preços dos combústiveis a nível internacional no último trimestre do ano, o INE divulga os dados finais para a taxa de variação média do índice de preços no consumidor em 2006 apresentanado um valor substancialmente mais elevado.

A taxa de inflação fixou-se assim em 3,1% no final de 2006. Recorde-se como mera curiosidade que no exercício de previsão aqui publicado a 21 de Outubro perspectivamos que a inflação em 2006 se fixaria entre os 3,0% e os 3,3%.

A boa notícia é que se actualizar hoje o exercicío de previsão com vista a estimar a inflação para 2007, o desvio face à previsão do governo será menor do que o então perspectivado. O governo prevê 2,1%. Se admitirmos um perfil de evolução mensal dos preços ao longo de 2007 próximo do verificado em 2006, a inflação provável fixar-se-á em torno dos 2,4%, uma diferença que me parece aceitável num exercício tão falível como aquele em que se constitui este tipo de previsão.

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Salário mínimo de 2007 compra menos 18,2% do que o de 1974
O poder de compra do salário mínimo nacional (SMN) decidido para 2007, de 403 euros, caiu 18,2% desde o ano da sua criação, em 1974, segundo as contas da agência Lusa utilizando dados do INE.

O salário mínimo nacional foi criado pelo decreto 217/74, de 27 de Maio e vigorou a partir do mesmo dia, com um valor de 3.300 escudos, que equivale a 16,5 euros.
Dividindo pelo valor acumulado da inflação até 2007, considerando para 2006 a inflação mais provável de 3,1% e para 2007 o valor de 2,1% previsto pelo governo, os 403 euros equivalem a 13,5 euros a preços constantes de 1974, o que significa menos 3 euros a preços de 1974 do que o valor do primeiro SMN.

A análise da Lusa considera sempre o valor do SMN mais elevado em cada ano, independentemente do mês de entrada em vigor (nalguns anos não foi alterado e em 1989 foi aumentado duas vezes).

Refira-se que, inicialmente, existiam três salários mínimos diferenciados (regime geral, trabalhadores agrícolas e serviço doméstico), mas em 1991 os trabalhadores rurais foram integrados no regime geral, enquanto que, no caso do serviço doméstico, a distinção acabou em 2004.

Se considerarmos o valor real mais elevado de sempre do SMN, atingido em 1975 (4 mil escudos, equivalentes a 17,3 euros de 1974), os 403 euros definidos para o próximo ano ficam 22% abaixo deste máximo real.

Se aceitarmos para os anos de 2008 a 2011 taxas de inflação de 2,0% ao ano, então o salário mínimo anunciado para 2011 (500 euros, equivalentes a 15,4 euros a preços de 1974) comprará menos 6,7% do que os 3.300 escudos em 1974 e valerá menos 11% do que os 4 mil escudos de 1975. O SMN, medido a preços constantes de 1974 e convertido para euros, registou um poder de compra máximo em 1975 (17,3 euros) e um mínimo em 1984 (10,5 euros a preços de 1974).

Diário Digital / Lusa

06-12-2006 18:32:58

http://diariodigital.sapo.pt/dinheir...&id_news=74776
__________________
Mais vale um pássaro a voar que dois pássaros na mão...

http://www.bolsatotal.com/showthread.php?t=19738

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Previsão: Taxa de Inflação para 2008 nos 2,6%+ (actualizado)
15/01/2008 by Rui Cerdeira Branco
Arquivado emr: Dinheiros, Economia Nacional, Números Estatística


O ano passado neste artigo datado de Março, “Taxa de inflação para 2006 muito superior ao perspectivado pelo Governo“, apresentei um último exercício de previsão, muito grosseiro, para a taxa de inflação de 2007. Na altura previ que se fixasse nos 2,4% seguindo a metodologia utilizada para estimar a de 2006.

Hoje, o INE divulgou os números definitivos para 2007 e ficámos a saber que encerrou o ano nos 2,5%. Falhei por uma décima. Recordo que a previsão do governo ao tempo do Orçamento de Estado de 2007 apontava para os 2,1%. O erro neste caso foi de 4 décimas.

Este ano optei por não efectuar a previsão em Outubro como no ano passado mas apenas agora, após o encerramento de 2007 e após o pico da discussão política em torno do caso. O Governo repete o valor de 2,1% para 2008, eu atrevo-me a aumentar ligeiramente a previsão que fiz no ano passado apontando agora para os 2,6%. Repetindo o exercício grosseiro que fiz no ano passado, ou seja, imputando a 2008 as mesmas variações homólogas que ocorreram em 2007 chego aos 2,5% (na realidade 2,45%). Se imputar as taxas de variação em cadeia (variações entre meses consecutivos) o cenário aponta para uma inflação um pouco acima, na ordem dos 2,7%. Vale o que vale mas confesso que prefiro os 2,6% (uma “média” dos dois cenários) ao estimado pelo governo, um cenário que não seria aliás difícil de defender em meados de Outubro de 2007. Tanto assim é que face à evolução recente dos preços acho mais provável a minha previsão falhar por defeito do que por excesso.

Deixo-vos aqui o ficheiro de trabalho baseado na informação de base do Instituto Nacional de Estatística: Taxa de Inflação 2008

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Taxa de Inflação para 2008
IPC___2006___2007_____TVH___TVC____2008(TVH)____2008 (TVC)
Jan___109,4____112,2___2,6___-0,3_____115,1________115,2
Fev___109,6____112,2___2,4____0,0_____114,9________115,2
Mar___111______113,6___2,3____1,2_____116,3________116,6
Abr___111,6____114,6___2,7____0,9_____117,7________117,7
Mai___112,1____114,8___2,4____0,2_____117,6________117,9
Jun___112______114,7___2,4____-0,1_____117,5________117,8
Jul___111,7____114,4___2,4____-0,3_____117,2________117,5
Ago___111,6____113,9___2,1____-0,4_____116,2________116,9
Set___112______114,4___2,1____0,4_____116,9________117,5
Out___112,1____115_____2,6____0,5_____118,0________118,1
Nov___112,3____115,4___2,8____0,3_____118,6________118,5
Dez___112,5____115,5___2,7____0,1_____118,6________118,6
_______________2,5________________2,5__________2,7


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Situação Social e Laboral

SALÁRIOS MÍNIMOS
NA EUROPA
Em 2009, os salários mínimos nacionais na Europa são os seguintes:
1 - Luxemburgo ---------------------------------------------1.642 euros
2 - Irlanda ----------------------------------------------------- 1.462 "
3 - Bélgica ---------------------------------------------------- 1.387 "
4 - Holanda --------------------------------------------------- 1.382 "
5 - França ----------------------------------------------------- 1.321 "
6 - Inglaterra ------------------------------------------------ 1.010 "
7 - Espanha -------------------------------------------------- 728 "
8 - Grécia ----------------------------------------------------- 681 "
9 - Malta ------------------------------------------------------- 630 "
10 - Eslovénia ----------------------------------------------- 589 "
11 - Portugal ----------------------------------------------- 450 "
12 - República Checa ------------------------------------ 306 "
13 - Eslováquia -------------------------------------------- 296 "
14 - Polónia ------------------------------------------------- 281 "
15 - Estónia -------------------------------------------------- 278 "
16 - Hungria ------------------------------------------------- 270 "
17 - Letónia ------------------------------------------------- 254 "
18 - Lituãnia ------------------------------------------------ 232 "
19 - Roménia ----------------------------------------------- 153 "
20 - Bulgária ------------------------------------------------ 123 "
Refira-se que na Turquia o salário mínimo é de 319 euros.
E que nos cinco países europeus com salário mínimo mais elevado, encontram-se a Irlanda, Holanda e frança, onde o trabalho da União Europeia foi rejeitado em referendo quando deram oportunidade aos povos de se pronunciarem.

Importa recordar:

RECLAMAR MELHORES SALÁRIOS
PARA SAIR DA POBREZA

Cerca de 151 mil pessoas não ganhavam mais do que 310 euros líquidos por mês, em 2007, de acordo com o Instituto Nacional de Estatística. Em Portugal, metade dos trabalhadores ganha menos 600 euros por mês, diz o «Jornal de Notícias».

Em Portugal, para se ser oficialmente pobre, não se pode ganhar mais do que 370 euros, mas quem gere a vida com o salário mínimo (426 euros), ou pouco mais, não se considera propriamente da classe média. E, o salário líquido de quase metade dos trabalhadores por conta de outrem não passa dos 600 euros.

Em 2004, mais de metade (52%) dos trabalhadores por conta de outrem tinha um ordenado líquido até 600 euros; no final do ano passado, eram 46%.

Contudo, as subidas recentes de preços (da alimentação e dos combustíveis, em particular) «está a afectar toda a gente, mas sobretudo os mais pobres», lembrou Agostinho Jardim Moreira, presidente em Portugal da Rede Europeia Anti-Pobreza, que encontra os casos mais graves na região Norte, mas sente que Setúbal e o Algarve começam a ver a pobreza crescer.

Tanto no Norte como nos Açores, quase seis em cada dez trabalhadores empregados ganha até 600 euros. Enquanto em Lisboa, não chega a três em cada dez.

Os efeitos desta crise, com mais ou menos soluções, não anunciam de facto, nada de bom.

E os capitalistas, grupos económicos e financeiros, e os governos que lhes são afectos, vão tentar encontrar resposta à “crise”, transferindo os seus efeitos negativos para os trabalhadores e o povo, que são quem já pagou e paga os seus escandalosos lucros.

Em Portugal, os trabalhadores e a população em geral, há anos que não vêem contrapartidas nem sequer resultados pelos sacrifícios feitos. Pelo contrário, agravam-se as desigualdades, é brutal a injustiça na distribuição dos rendimentos e da riqueza.

Tem que ser interrompida a política que em Portugal, nos últimos trinta anos, tudo atrela aos interesses do grande capital.

Para não serem sempre os mesmos a pagar as “crises”, é urgente e é possível outra política.

UM MUNDO DE DESEMPREGADOS

Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o número de desempregados aumentou em 2006 atingindo o valor recorde de 195,2 mil milhões de pessoas. Destes, a maioria tem idade compreendida entre os 15 e os 24 anos, sendo que as mulheres continuam a contribuir mais para os números trágicos de quem não tem trabalho.
Do ponto de vista regional, o Norte de África e o Médio Oriente são as regiões mais deprimidas quando comparadas com o espaço da UE e da Ásia Oriental.
A OIT alerta ainda para o facto de 1,37 mil milhões de trabalhadores sobreviverem com menos que dois dólares por dia, situação que os coloca abaixo do limiar de pobreza.

a pobreza

É consequência do desemprego, do trabalho precário, dos baixos salários, das baixíssimas reformas e da injusta distribuição da riqueza.

A POBREZA TEM RESPONSÁVEIS,
e nos últimos trinta anos, têm sido a política de direita dos sucessivos governos (PS,PSD,CDS), com particular destaque na destruição do aparelho produtivo e na criação de desemprego, como aconteceu na agricultura, nas pescas, nas indústrias naval, têxtil, vestuário, calçado, metalúrgica, eléctrica, conserveira e na fabricação de papel e na indústria gráfica.

OS RICOS ESTÃO MAIS RICOS...
Entre 2006 e 2007, as 100 maiores fortunas cresceram 35,8%. Os 20% mais ricos têm 8,2 vezes mais rendimento que os 20% mais pobres. 20% dos portugueses são pobres. 200 mil portugueses passam fome.
Entre 2003 e 2006 os lucros das 500 maiores empresas não financeiras, aumentaram 150%. Em 2006 a banca, mais Galp, EDP, PT e Sonae, tiveram 5,3 mil milhões de euros de lucro. Em 2007, continuaram a subir.

PROPOSTAS PARA COMBATER A POBREZA
O crescimento real dos salários. Combate ao desemprego e à precariedade. Actualização de pensões e prestações sociais. Revisão das normas gravosas do Código do Trabalho. Fim da caducidade e promoção da contratação colectiva. Maior justiça fiscal. Investimento na Educação. Direito à Saúde. Acesso e eficácia na justiça. Igualdade no trabalho e combate às discriminações.


http://www.sincelpagrafi.com/?p=9

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Site do INE – Instituto Nacional de estatística


http://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_main

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