15 novembro, 2010

À groundforce na escala de Faro.


A TAP detém 43,9% das acções;
A  Europartners detém 50,1% das acções;
A Portugália detém 6% das acções.



Europartners é accionista maioritária da Groundforce, (clique aqui)



Esses trabalhadores (que antes eram a 100% TAP) decerto fizeram algum acordo no passado com a groundforce para lá poderem continuar a trabalhar. 

Agora chegam à conclusão que: nada é para sempre; não são intocáveis; não pertencem a nenhuma casta distinta; não são diferentes de outro qualquer cidadão em idade activa para trabalhar; vão para o desemprego como tantos outros trabalhadores precários (por imposição) o foram ano após ano (alguns injustamente mas, como foram para o desemprego em menor escala ninguém se manifestou ou importou com isso, e inclusive muitos deles com filhos menores também e contas para pagar).

Quantos trabalhadores sazonais passaram pela TAP e pela groundforce?
Quantos não viram os contratos renovados e quantos tiveram a sorte de continuar a trabalhar durante a época baixa (não terão sido sempre os mesmos, com umas pequenas "nuances")?
Quais foram, durante décadas, os critérios de escolha de recursos humanos por parte da empresa e das chefias (supervisores, chefes de escala,...)?
Quantas injustiças foram feitas durante décadas a bons profissionais que não viram renovados os contratos (pelas mais variadas razões, algumas que a razão desconhece) e tiveram de mudar de profissão ou voltar a estudar por forma a obterem formação intermédia ou superior?

Se esses 336 trabalhadores se unem contra o despedimento (que não passará de uma tentativa falhada) porque não analisam a situação sob outro prisma? 

Deviam  ver a actual situação como uma grande oportunidade, no sentido de, unidos poderem vir a dar o V/ contributo para o desenvolvimento da economia, através da criação de uma pequena ou média empresa virada de preferência para a exportação.

Com o dinheiro das indemnizações e pedindo o subsidio de desemprego na totalidade à Segurança social; com o apoio de quem possa ajudar (entidades competentes relacionadas com o desenvolvimento e implementação de novas empresas; porque não com a participação de cientistas que queiram desenvolver projectos viáveis; qui ça com a participação de inventores que queiram desenvolver e comercializar determinado produto;...), esses trabalhadores só necessitam de apoio e formação, precisam que os dirijam no caminho certo,  não ficando simplesmente limitados a chorar sobre o “leite derramado”(isso não os leva a lado nenhum).

Porquê pré-reformas aos 50 e tal anos? Acham-se acabados? Alguém terá de motivar e dirigir esta gente no sentido certo pois, nem todos são empresários mas, todos detêm qualidades, características e capacidades que podem ser úteis para os próprios e para o País, esta gente só precisa da ajuda de pessoas com visão por forma a que possam aplicar o dinheiro no sentido certo.

A Câmara Municipal de Faro por exemplo poderia ajudar a dar o impulso como? (clique aqui)

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Levantar capital para financiar sua invenção - Uma das coisas mais difíceis e importantes para fazer!, (clique aqui)

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2 comentários:

  1. Claro como o caralho20 novembro, 2010

    E se clicasses no caralho, e soubesses do q falas??Espero q tb chegue a ti e ao teus, assim talvez mordas a puta da língua, ignorante!!!
    Ou foste injustiçada no passado, e o mal dos outros alegra-te??? é feio, muito feio!!!

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  2. Sr. caralho,

    Cultive-se:

    https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=explorer&chrome=true&srcid=1C_fvKGiaPBUCMxtRVPlGz3CrFN2pgL0h5pGlt60_5JqJXAqdAgQbme8KzWTo&hl=pt_PT

    A mim e aos meus já me chegou muitas vezes só que, não foi em grupo, foi individualmente e exactamente à semelhança do que habitualmente acontece a tantos Portugueses e Portuguesas neste País, e garanto-lhe que os seus (familiares) não são mais, em termos humanos, do que os meus e de tantos portugueses que conhecem a crise laboral como a palma da mão.

    A sua linguagem é bastante vulgar e ordinária, e a minha língua já foi mordida várias vezes por mim. Quem nunca mordeu a própria língua que atire a primeira pedra.
    Você à sua língua chama-lhe o que quiser, eu à minha simplesmente lhe chamo língua.

    Ignorante, sou e muitas vezes! o conhecimento abrange várias áreas, e nenhum ser humano tem de saber ou consegue saber acerca de tudo, talvez tenha sido por isso que inventaram o computador.

    Quanto à aviação, no passado exerci funções na TAP: o primeiro emprego foi no antigo aeroporto de Faro, fui na época contratada por uma empresa de trabalho temporário, sediada em Lisboa, para trabalhar no duty free-shop da TAP; o meu segundo emprego foi quando fui contratada pela própria TAP como Oficial de tráfego de acolhimento e de placa, portanto como vê tenho consciência desse mundo (à parte, do resto da sociedade comum) e de alguns podres desse mundo e consigo compreender como todos esses trabalhadores devem estar sofrendo (principalmente aqueles que contribuíram para o meu e o sofrimento de tantos outros trabalhadores que pelo aeroporto passaram) principalmente os que não fizeram outra coisa na vida a não ser a aviação, e mais custa quando amamos o que fazemos (quase como se a aviação nos estivesse no sangue...).

    Se fui injustiçada?
    Sim, fui e sempre tenho sido há décadas, olhe bem para o gráfico dos salários mensais (e das formações que tenho) que auferi ao longo da minha vida (e olhe que os biscates que fui obrigada a fazer quando tinha vigor e saúde para fazê-lo, para comer e alimentar os meus filhos tais como, lavar vidros; apanhar laranjas; passar roupa a ferro, não constam aqui).

    http://franciscapalm.skyrock.com/photo.html?rev=1

    Não me alegro com o sofrimento de ninguém pois, a minha cruz já é grande, muito pelo contrário, neste meu artigo acho que dou um bom conselho, digo às pessoas que lá trabalham para se manterem unidas e criarem a sua própria empresa, acha isso ofensivo?

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Bem vindo quem venha por bem e saudações especiais aos críticos construtivos.