terça-feira, fevereiro 14, 2012

Responsabilização pela gestão danosa do erário público, já!

«Em cada 100 euros que o patrão paga pela minha força de trabalho, o Estado, e muito bem, tira-me 20 euros para o IRS e 11 euros para a Segurança Social.



O meu patrão, por cada 100 euros que paga pela minha força de trabalho, é obrigado a dar ao Estado, e muito bem, mais 23,75 euros para a Segurança Social.



E por cada 100 euros de riqueza que eu produzo, o Estado, e muito bem, retira ao meu patrão outros 33 euros.



Cada vez que eu, no supermercado, gasto os 100 euros que o meu patrão pagou, o Estado, e muito bem, fica com 21 euros para si.



Em resumo:
  • Quando ganho 100 euros, o Estado fica quase com 55;
  • Quando gasto 100 euros, o Estado, no mínimo, cobra 21;
  • Quando lucro 100 euros, o Estado enriquece 33;
  • Quando compro um carro, uma casa, herdo um quadro, registo os meus negócios ou peço uma certidão, o Estado, e muito bem, fica com quase metade das verbas envolvidas no caso.

  Eu pago e acho muito bem! 

Portanto exijo: 

- Um sistema de ensino que garanta cultura, civismo e futuro;

- Emprego para os meus filhos» e para mim também;

«- Serviços de saúde exemplares;

- Um hospital bem equipado a menos de 20 km da minha casa;

- Estradas largas, sem buracos e bem sinalizadas em todo o país;

- Auto-estradas sem portagens;

- Pontes que não caiam;

- Tribunais com capacidade para decidir processos em menos de um ano;

- Uma máquina fiscal que cobre igualitariamente os impostos;

- Eu pago, e por isso quero ter, quando lá chegar, a reforma garantida;

- Jardins públicos e espaços verdes bem tratados e seguros;

- Polícia eficiente e equipada;

- Os monumentos do meu País bem conservados e abertos ao público, uma orquestra sinfónica;

- Filmes criados em Portugal;

- E, no mínimo, que não haja um único caso de fome e miséria nesta terra;»

- Responsabilização, pela gestão danosa do erário público, de todos os que têm ocupado lugares de poder (presidentes da República; ministros; deputados; secretários; assessores; presidentes de Câmaras e de Juntas de Freguesia; chefes e sub-chefes; directores e sub-directores, gestores e administradores de institutos públicos; etc.)  desde 25 de Abril de 1974 até aos dias de hoje.

- Legislação que condene e puna os abusos por parte da banca; dos mercados financeiros; do FMI; dos eurocratas em Bruxelas; etc.


- Que o aeroporto de Beja passe a servir os voos de todas as companhias de aviação de low cost que, até à data têm vindo a utilizar o aeroporto internacional de Faro.




«Na pior das hipóteses, cada 300 euros em circulação em Portugal  garantem ao Estado 100 euros de receita. 

Portanto, Sr. Primeiro-ministro, governe-se com o dinheirinho que lhe dou porque eu quero e tenho direito a tudo isto. 

Um português contribuinte. 


Meus amigos... 
Este é seguramente um e-mail que todos temos a obrigação de fazer passar... 
 Eu acabo de fazer a minha parte»


E vocês estão à espera do quê? 

domingo, fevereiro 12, 2012

Os subsídios de férias e de Natal são inalianáveis e impenhoráveis. E o SMN?

Está a passar na net o seguinte diploma legislativo:

Presidência do Conselho de Ministros e Ministério das Finanças e do Plano
Decreto-Lei n.º 496/80, de 20 de Outubro


Em Portugal não podem mexer nem no subsídio de férias nem de Natal.



 Mas, pelos vistos podem diminuir o valor do SMN em caso de crise!
 Vejamos então:


Ministério do Trabalho
Decreto-Lei n.º 292/75de 16 de Junho



«CAPÍTULO I
Salários

Artigo 1.º - 1. A todos os trabalhadores por conta de outrem é garantida uma remuneração de montante mensal não inferior a 4 000$00, com efeitos a partir de 1 de Junho de 1975, ressalvadas as situações previstas no artigo 2.º.»


N.º 4 do Art. 2.º
««O Governo poderá designar sectores ou áreas geográficas em crise, o que implicará a inaplicabilidade temporária da remuneração mínima garantida pelo artigo 1.º…»



Questão:

- Será que os  artigos acima foram alterados ou revogados?

Informação adicional:

O Decreto-Lei n.º 713-A/75 deu «... nova redacção ao artigo 19.º do Decreto-Lei n.º 292/75, de 16 de Junho (uniformização do número de feriados)


Também temos o «Decreto-Lei n.º 874/76, de 28 de Dezembro com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 397/91, de 16 de Outubro.
...

ARTIGO 31.º

(Legislação revogada)


Ficam revogados o capítulo III do Decreto-Lei n.º 292/75, de 16 de Junho, ...»



Mas nada tem a ver com a garantia do salário mínimo, certo?


Com o que está a acontecer na Grécia e se este Decreto-Lei n.º 292/75, de 16 de Junho ainda está em vigor bem que podemos começar a "meter as barbas de molho".

Para isso basta fazer a seguinte lógica:

Se
A «Grécia vai cortar salário mínimo em 20%...»



E se o salário mínimo na Grécia é€680,59 por mês



Isto quer dizer que na Grécia o salário mínimo num período de 12 meses será:

 680,59€ X 12 = 8.167,08 - 1.633,416 = 6.533,664€



E decerto que a "mafiagem" terrorista laboral que nos governa do exterior através dos capatazes que pensam nos representar no Parlamento Português adoptarão a mesma solução, façamos contas:

Salário mínimo em Portugal:

«€485 por mês (desde 1 de Janeiro de 2011) mais 2 salários extra por ano chamado de Subsídio de Férias e Subsídio de Natal» (lá fora é passada a ideia que os subsídios de Natal e de férias são salários extras, o que prova o desconhecimento da existência do Dec. Lei 496/80, de 20 de Outubro). mas, continuando a fazer continhas (e fazendo de contas que os referidos subsídios são como se fossem salários mínimos)   isto dá a módica quantia de 6.790€/Ano, o que quer dizer que no fim do ano o SMN Português é maior do que o Grego:

6.790€ - 6.533,664€ = 256,336€

Portanto ao fim de um ano haverá uma diferença de 256,336€ a mais em Portugal...

O que acham?

Acham que não vão mexer nos nossos salários mínimos??? ACHAM MESMO???

Sabem o que eu acho?

- Acho que em Portugal grande parte das entidades laborais nunca souberam calcular de facto o valor dos subsídios de férias e de Natal , porquê? Basta ler o Código do Trabalho (que é um género de bíblia de todos os trabalhadores) :
« Artigo 160.º (Direitos do trabalhador)
...
2 - Os subsídios de férias e de Natal são calculados com base na média dos valores de retribuições e compensações retributivas auferidas nos últimos 12 meses, ou no período de duração do contrato se esta for inferior...»

Qual é a entidade patronal que faz essa média? Quantas? Parece-me a mim que simplesmente pagam o correspondente ao SMN (e isso está incorrecto!).

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O nosso clima em Portugal é maravilhoso e cobiçado por muitos povos (sempre assim foi), isto para não falar nas riquezas que sempre existiram neste pequeno rectângulo que ao longo dos tempos foram delapidadas por outros de fora (e assim continua a ser!) isto para não falar da inveja  e dor de cotovelo que alguns governantes estrangeiros têm pelas relações que continuamos a ter com os países irmãos (ex-colónias e não só), por isso de quando em vez tentam atiçar o fogo da discórdia entre nós...


Os nossos governos sempre nos entregaram de bandeja a outros mafiosos legalizados (por grandes grupos económicos e financeiros e governos exteriores) a troco de miúdos sim, porque o que eles ganham são uns trocos para saciarem a avidez das suas vidas privadas, a troco da miséria e destruição de um povo... estamos perante novas formas de guerra terrorista legalizada...


Não passam de uns mete nojo, e o brilho do boi doirado deixa-os num estado de cegueira crónica galopante que nem reparam que são odiados pelo(s) povo(s)!

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Meu Deus, proteje estes pobres e indefesos inocentes!


Há gente capaz de tudo!
Há gente que se pensa dona de tudo e de todos e que são movidos pela febre do dinheiro, da riqueza, da maldade, enfim têm no lugar do coração pedras de merda petrificada... e só se sentirão contentes e felizes quando conseguirem fazer com que as coisas cheguem ao ponto da  imagem acima (que está passando na net).











quinta-feira, fevereiro 09, 2012

sexta-feira, janeiro 20, 2012

Tudo a bem da economia e dos grandes grupos económicos e financeiros... Os Portugueses que se lixem!

No Canadá:
- Os jovens saem de casa dos pais por volta dos 18 anos porque o governo e as instituições competentes dão-lhes condições;
- Os jovens arrendam casa com facilidade, arranjam emprego adequado às suas aptidões, podem constituir família e muitas vezes vão para a Universidade já em adultos e enquanto trabalhadores estudantes.


O ministro português Álvaro Santos Pereira tem consciência disso porque estudou, deu aulas e viveu no Canadá.
O que está ele fazendo por Portugal?

Está assinando acordos que:
- Facilitam o despedimento (Ainda mais? Meu caro, vê-se mesmo que V/não conhece a realidade Portuguesa!);
- Aumentam as horas trabalhadas e diminuem as folhas de vencimentos;
- etc., etc. etc., ou seja, mais do mesmo só que ainda pior daquilo a que os Portugueses já estão habituados há décadas, isto é, o abuso laboral e total falta de respeito, pelos "desgraçados" que ainda vão conseguindo ter um posto de trabalho, está legalizado em diploma legislativo.

Voltemos  atrás no tempo e leiamos o que o Álvaro Santos Pereira escreveu no seu próprio blog "DESMITOS" em Março de 2011:


«... há muito poucas estruturas de apoio e incentivos para os jovens casais terem filhos. Não, não estou sequer a falar de subsídios ou de abonos de família. Estou sim a falar da existência de flexibilidade laboral para que os pais possam acompanhar os seus filhos, bem como estruturas de apoio (infantários a preços razoáveis, licenças de maternidade mais prolongadas, etc.) que permitam que os pais possam conciliar as suas exigentes vidas profissionais com as suas vidas familiares.
O que é certo é que a baixa natalidade nacional terá enormes repercussões sociais e económicas, pois a baixa natalidade é uma autêntica bomba relógio para as finanças públicas nacionais e para a Segurança Social. E de uma coisa podemos estar certos: quanto mais tarde lidarmos com este problema, maiores serão os estilhaços provocados pelo rebentamento dessa bomba.»

E então o que faz o ministro?
- Parece que está a ajudar a colocar as peças para que a bomba expluda a toda a hora!

Vamos ler mais um pouco do Blog deste sr. que se preocupa muito com o trabalho e os trabalhadores, com as famílias e os jovens:


«... Os governos são igualmente culpados pela situação actual, pois falharam em reconhecer a gravidade colocado pelo excessivo endividamento nacional. Por outro lado, as famílias endividaram-se mais do que era aconselhável não só devido ao crescimento dos seus consumos, mas essencialmente para a compra de casa própria. Setenta e cinco por cento do endividamento familiar deveu-se precisamente à aquisição de habitação própria...»

Pois, é sr. ministro acontece que muitas famílias que foram na "cantiga do bandido" já ficaram sem casa, e mais sr. ministro, há famílias em Portugal que aderiram aos tais cartões de hipermercados, e os credores agiram de má fé graças às desgraças de outros, tiveram "tomates" para disponibilizar créditos acima dos salários base dos cidadãos que recorreram ao crédito, muitos aderiram a estes cartões para COMPRAREM COMIDA e agora  estão a ter imensa dificuldade em pagar as dividas, e caso não saiba:
- Se um devedor não tem dinheiro no banco só pela devolução da transferência bancária paga 10€ (dez euros), mais 10,75€ pela protecção de conta (que não sei quem protege); mais imposto de selo, mais custos mensais, mais imposto selo sobre utilização de crédito; mais juros mensais, mais imposto de selo sobre juros, mais 11, 67€ por outros custos (que não se sabe bem o que são!), resumindo por 2000€ (dois mil euros) autorizados há meses atrás, o devedor que aufere um salários de 500 e poucos euros mensais, ainda deve 1865,48€ (mil oitocentos e sessenta e cinco euros e quarenta e oito cêntimos).
Como este devedor não tinha dinheiro no banco, mais precisamente  87,69€ (oitenta e sete euros e sessenta e nove cêntimos) acabou por pagar à ONEY (pelo cartão JUMBO) as seguintes percentagens:


75% Em (custos; impostos; juros; protecções; outros custos);
25% Da dívida propriamente dita (assim nunca mais paga o que deve!).


O que os créditos fazem aos cidadãos comuns que recebem salários de 500 e poucos euros.





- Será que as entidades que "oferecem" crédito sofrem de iliteracia financeira? Não me parece sr. ministro!

SR. MINISTRO aproveite e vá AO JUMBO QUE ELES TÊM IMENSOS PRODUTOS NUM CORREDOR ENORME ONDE VOCÊ PODE ARRANJAR PRODUTOS A 1€ CADA, acha que o hipermercado está perdendo por vender estes produtos a 1 €?

Não sr. ministro, o hipermercado não está perdendo absolutamente nada! Porque os "tótós" dos Portugueses que foram na "cantiga do bandido" para meterem comida no prato dos filhos confiaram neles, e agora vão ver os seus salários diminuídos, vão ter de trabalhar ao sábado sem compensações, vão trabalhar mais, etc.e vão ficar DESEMPREGADOS, SEM CASA, ENTREGUES AOS MAIS VARIADOS ABUSOS ...

Tenha dó e veja lá se consegue ser competente naquilo que faz!

sábado, janeiro 14, 2012

Quem disse que os milagres não existem?

"Segurança Social envia cartas a 34 mil mortos"

«2012-01-13

Já morreram, mas ainda assim não deixaram de receber cartas da Segurança Social.

O instituto enviou, no final do ano passado, cartas a 34 mil mortos a informá-los do valor que passariam a descontar, no âmbito do novo Código Contributivo.

O episódio aconteceu por causa de um erro informático...»

 

 

"Cobram água no cemitério e mandam conta aos mortos"

«  13- 1- 2012

 A Junta da Foz do Douro decidiu cobrar uma taxa anual pelo uso de água no cemitério, escreve o «Jornal de Notícias». Além disso, manda a factura em nome dos mortos...»

 

 

 

"Número de eleitores em Portugal não bate certo"

« 26- 1- 2011

 A listagem total das freguesias aponta para 9,62 milhões de portugueses registados nos cadernos eleitorais, mas as contas feitas pelo jornal «Correio da Manhã» revelam que há 1,25 milhões eleitores-fantasma em Portugal.

...

O «Correio da Manhã» avança que entre os cerca de 1,25 milhões de eleitores-fantasma no país estão pessoas que já faleceram...»

 

 Quantos milagres mais haverá à "pála" dos ressuscitados (mortos)?

Será que os ressuscitados (mortos) terão recorrido a  crédito; a apoio judiciário; a formação profissional; a subsídios da Segurança Social; etc.?

 

 

 

E ainda há quem não acredite no que está na Bíblia? Parece que afinal a ressuscitação dos mortos é possível.

 

Lucas,  Livro 7:

«22...«Voltai e contai a João o que vistes e ouvistes: os cegos recuperam a vista, os paralíticos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos ressuscitam e a Boa Notícia é anunciada aos pobres.»





terça-feira, novembro 15, 2011

A desculpa da reestruturação das empresas

Quando as empresas formalizam contratos de trabalho com os trabalhadores têm de ir:

- Ás finanças com os contratos, a fim de, pagar o imposto de selo, logo as finanças sabem perfeitamente quantos contratos de trabalho foram feitos e quanto ganharam com o imposto de selo;

- À ACT - Autoridade para as condições de trabalho, por forma a, darem a conhecer os contratos formalizados (e não só).


Quando ouvi o ministro da economia e do emprego falar de reestruturação das empresas a primeira coisa que me veio à cabeça foi:
- Contratos de trabalho e respectivas cláusulas (onde consta frequentemente o tal termo reestruturação, e este tipo de justificação para formalização de contratos a termo não é novidade em Portugal).


No que se refere a reestruturações seria bom saber:
1.º - O número de empresas que estão nessa situação;
2.º - Os nomes das empresas;
3.º - Quantas vezes as mesmas empresas passaram por processos de reestruturação;
4.º - Quantos anos levaram em cada processo de reestruturação.
5.º - Os frutos que deram.


Quanto ao capital de risco de que têm vindo a falar nos meios de comunicação social, só tenho a dizer que nos EUA essa é uma prática antiga e esse capital de risco é dado a empresários que não tiveram sorte com as empresas (porque não deram lucros e só geraram despesas) e o governo americano dá-lhes a possibilidade de voltarem a abrir uma nova empresa, um novo negócio, num ramo de actividade diferente, tudo isto, porque quando uma empresa não tem razão para existir, fecha! E ao empresário é dada hipótese (através desse tal Capital de risco) para tentar outro tipo de negócio.

Aqui em Portugal está-se mesmo a ver que o tal Capital de Risco vai ser oferecido às empresas que já deviam de ter fechado suas portas (pelo simples facto de não darem lucros mas, sim despesas) e o mais preocupante ainda será o de "oferecerem" o tal Capital de Risco a empresas que continuam em risco mesmo após terem tido apoios sucessivos e de vária ordem por parte de vários governos deste País chamado Portugal, refiro-me aos célebres fundos europeus; a uma panóplia de programas e sub-programas feitos à medida das empresas; isenções de pagamentos a segurança social durante 5 anos por estagiário; formação profissional para os empregados que muitas vezes se limitam a assinar a folha de presenças, e aulas nem vê-las! porque são necessários no posto de trabalho; e agora que vão dar formação a empresários espero que o dinheiro para esse efeito nem lhes passe pelas mãos e que as formações para empresários sejam feitas em terreno neutro.


sábado, novembro 12, 2011

A APC - Associação de Paralesia Cerebral de Faro (Montenegro) precisa de Ajuda

Câmara de Faro trava Lar Residencial da APPC

E não há uma entidade que ajude a APPC do Montenegro (no Distrito de Faro) ?

A Câmara Municipal de Faro (um dos parceiros do projecto) tem várias dívidas desde o ano de 2001...  o Lar Residencial da APPC-Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral já está construído, ainda não foi inaugurado e já se está degradando mas, por uma questão de facturas não pagas (160 mil euros em falta por parte da Câmara) os cidadãos com Paralisia Cerebral tem espaço (para 25 pessoas) mas, que não podem ocupar porque não há dinheiro.

O número de pedidos para entrada no lar é superior a 100, ou seja, o Lar devia ser muito maior porque os pedidos são muitos mas... Vejam o vídeo na página da digital mais TV (clique aqui)

Que tristeza!
Se fosse gás ou ouro já havia uma série de acordos assinados com empresas estrangeiras mas, como é para ajudar os mais desprotegidos, os que não se conseguem defender e que um dia quando perderem os pais ficarão ao Deus dará!
Que falta de respeito é esta por estas pessoas que necessitam de ajuda para ante-ontem?????

 Onde está a humanidade??? 

Estas pessoas não podem ficar muito mais tempo à espera, entendem???

 

 

«Senhores poderosos, srs. ricos façam-se grandes e ajudem quem mais precisa, se não tendes coração pelo menos vede o verso da medalha, pasme-se até tendes benefícios fazendo o bem (Incentivos Fiscais)

Sejam parceiros de um projecto de vida...



  



   A APPC de Faro pretende construir um novo equipamento, com 900 metros quadrados de área, constituído por um Lar Residencial, (composto por 8 quartos duplos e 4 quartos individuais), e uma Residência Autónoma ( com 2 quartos duplos e um individual),  equipado com funcionalidades que permitirão uma qualidade de vida e uma independência maiores aos nossos jovens.



   Trata-se de um investimento total de 814.000 Euros, financiado em 300.000 euros pelo Programa Pares, em 203.000 euros pela Câmara Municipal de Faro e o restante será fruto de apoios privados e de capitais próprios.
   Assim, e porque é da responsabilidade social de todos nós e porque sozinhos fazemos pouco, mas juntos podemos fazer muito, apela-se à boa vontade de empresas e cidadãos que colaborem com este projecto  para, em conjunto, se  poder proporcionar uma vida melhor àqueles que precisam.
   Neste sentido, junto  divulgamos a conta afecta a este novo projecto (Crédito Agrícola - Faro - 004571054023491082923), agradecendo, desde já, todos os donativos que venham a ser efectuados. Informa-se, que será emitido recibo de donativo nos termos do art.º 62º ou 63º do estatuto dos benefícios fiscais.»










«Núcleo Regional do Sul (APPC-NRS), actualmente


ASSOCIAÇÃO DE PARALISIA CEREBRAL DE LISBOA - APCL



A Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral foi fundada em Lisboa em 26 de Julho de 1960 por um grupo de pais e de técnicos, tendo sido a primeira Associação  de pais e de técnicos para pessoas com deficiência criada no país....»

A Associação tem Postais de Natal 2011

Eis Alguns Postais de Natal (ano 2011) da APC de Lisboa (Encomende)



«Vídeo musical integrado no DVD "O Pequeno Trevo". Iniciativa de solidariedade com o objectivo de apoiar a APPC - Leiria. Produção: Canal 6 - Pluricanal | edição: Jorge De Silva | participação especial: João Portugal | realização: Paulo César Fajardo & Rui Albuquerque Dias (2005).»





Ajude a APPC Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral

quinta-feira, novembro 10, 2011

Em Portugal as taxas são sujeitas a IVA.


 Em Portugal há o "milagre" da Tributação, visto que, conseguem chegar ao cúmulo de aplicar tributo (IVA) sobre tributo (taxa).


Neste País é tudo possível!

- Quer a Taxa de recursos hídricos de água como a de saneamento são sujeitas a 6% de IVA - Imposto sobre o valor acrescentado;

[Um à parte não menos preocupante:
Para esta  empresa os resíduos Sólidos para além de fixos também são variáveis e, não bastando isso, chegam ao cúmulo de estabelecerem um paralelo com as variáveis de consumo efectivo de água (à semelhança do que sucede com o Saneamento que tem a ver com o consumo de água, dentro da seguinte lógica: - Água consumida, é água que vai para o esgoto). 
Pergunto: - O que é que os metros cúbicos de água consumida têm a ver com a quantidade de lixo que os consumidores colocam nos contentores?]



Onde está a honra desta gente?

Que espécie de seres estão à frente do ministério das finanças?

Que abuso de confiança e de poder é este?

Mas, os portugueses não se importam porque é coisa pouca, certo?


Taxas Moderadoras nos Hospitais públicos

Há uns anos atrás foi a um hospital particular (no Algarve) com uma amiga que estava doente.
Ao entramos pela porta principal a dentro quando nos dirigimos à recepção informaram logo que tínhamos de pagar X, isto antes da pessoa ser vista pelo médico!
Ficámos chocadas e pela mesma porta por onde entrámos, saímos.

O mês passado tive de ir ao hospital público com um familiar e a primeira coisa que a administrativa na recepção me pediu (após perguntar qual era o problema) foi a taxa moderadora de 9,60€ (aumentou!), isto é, o paciente começa logo a pagar antes de ser visto pelo médico (o restante referente aos exames médicos são enviadas posteriormente via carta), portanto o SNS desta forma está agindo como um hospital particular (a diferença é que os valores cobrados são mais baixos).

Vamos fazer as seguintes suposições:

1.ª - O paciente entra nas urgências do hospital público, paga a taxa moderadora e enquanto está à espera morre antes ou depois de passar pela triagem (isto é, antes de ser visto pelo médico da especialidade), como devolve o hospital a taxa a um morto? Devolve-a aos familiares?;


2.ª - O paciente entra nas urgências do hospital público, paga a taxa moderadora e aguarda, só que fica à espera tanto tempo (tem a ver com a cor da pulseira que lhe metem no pulso e nem sempre os tempos de espera correspondem exactamente aos previstos em diploma legislativo, e agora com a redução de pessoal imposta pelas medidas de austeridade, está-se mesmo a ver que cada vez "há mais qualidade") que acaba por desistir e vai para casa sem ser visto pelo médico. Não lhe devolvem o dinheiro da taxa moderadora, pois não?;

3.ª - O paciente (só que este paciente é menor de idade e está acompanhado pela mãe, o jovem  já não pode ser visto pelos serviços pediátricos devido à idade, ou então porque não há especialista de pediatria para resolver o problema de saúde d@ jovem) entra nas urgências do hospital público, paga a taxa moderadora e aguarda, é chamado e visto pelo médico especialista que o mete a soro numa sala repleta de pacientes, enquanto o soro é administrado a mãe (e o jovem) apercebem-se que estão fazendo a higiene intima a um idoso (que tem os órgãos genitais totalmente expostos) mas, sem biombo.  
É para isto que pagamos taxas moderadoras? Para sermos tratados com total falta de respeito pela pessoa humana?;

4.º - O paciente (com dificuldade de locomoção) entra nas urgências do hospital público, paga a taxa moderadora e aguarda, vai à triagem e dizem para aguardar numa sala, só que entretanto é chamado  pelo intercomunicador de outra sala, e à 3.ª vez apercebesse que o estão chamando de outra sala de espera, quando entra no gabinete d@ médic@ especialista (espanhol) diz-lhe que já o chamou 3 vezes, o paciente informa que lhe indicaram a sala de espera errada, entretanto o médico observa e manda fazer um raio X, e manda-o seguir a linha amarela, o doente aguarda, aguarda, aguarda e desespera entretanto chega um familiar que pergunta no guiché se está a aguardar no sitio certo, a administrativa informa que não e que tem de ir para o pé da porta dos raios X (afinal o médico não havia dado a informação completamente correcta e nem mandou um auxiliar para acompanhá-lo).
Acaba então de fazer o raio X e dizem-lhe para aguardar na sala de espera do médico que o viu inicialmente... mais uma vez o doente recebe informação errada, afinal depois de muito esperar o familiar descobre que tinha de esperar noutra sala, isto é, na sala de ortopedia, entretanto mais uma seca, e seca, e espera... lá vai o familiar do paciente tentar descobrir o que se passa na ortopedia quando lhe dizem que o nome do paciente não constava na lista (ou programa) do computador daquele serviço... foi então o familiar falar com @ médic@ inicial (pela 3.ª vez) e aguarda, passado um pouco @ médic@ pede desculpa porque se esqueceu de fazer a passagem do doente para a ortopedia no computador.
Portanto aumentaram as taxas moderadoras mas, não aumentaram a qualidade do serviço de saúde e muito menos a sua organização?


Agora com as medidas de austeridade estão mandando funcionários para a rua da amargura (desemprego), grande percentagem do pessoal que fica é contratado através de empresas de trabalho temporário (uma moda que se propagou ao longo de décadas por todas as camadas profissionais), os grandes que acham que mandam nisto tudo aumentam tudo: as taxas, os impostos, etc.
Pergunto:
- Se houver uma calamidade natural ou social como será?

Para os sucessivos governos o que é mais importante: - As pessoas ou os mercados financeiros e económicos?

domingo, novembro 06, 2011

Comes e Bebes, e higiene a preço do "ouro"?


Para chegar a esta tabela tive de fazer primeiro um apanhado dos recibos de compras (que guardei durante o mês de Outubro de 2011) de seis Super/Hipermercados diferentes que, são os seguintes:

- Algartalhos;

- Continente;

- Jumbo;

- Lidl;

- Pão de Açúcar;

- Pingo Doce.


Portanto num mês nas grandes compras semanais (de alimentos e produtos de higiene para: o corpo; roupa e para limpeza da casa) só para o IVA foram 44,58€ (quarenta e quatro euros e cinquenta e oito cêntimos).

Acham normal que a água oxigenada (essencial para tirar as manchas de sangue da roupa e não só!) seja sujeita a 23% de IVA?

Acham bem que quer a Levedura Fresca como o Fermento Padeiro (que são ingredientes base para fazermos pão em casa) estejam sujeitos a 23% de IVA?

Acham normal que as batatas fritas congeladas sejam sujeitas a dois tipos de IVA, ou seja, reparei que o mesmo supermercado tanto cobra IVA a 6% como a 13% ?

Ainda tenho de analisar bem a tabela de excell que criei mas, posso adiantar que já descobri algumas coisas interessantes tais como IVA diferente para o mesmo tipo de produto...